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Apoio incondicional à candidatura Haddad-Manuela e à coligação!
21 de setembro de 2018
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APOIO INCONDICIONAL À CANDIDATURA HADDAD-MANUELA e à coligação!

Pela composição mais ampla com todas as forças de esquerda, progressistas, nacionalistas e democráticas e dissidentes do regime ditatorial neoliberal e fascista!

Não é o momento para vacilações e para fomentar divergências à esquerda. A situação é dramática, trata-se do embate entre a consolidação e aprofundamento do golpe, entre o abismo do qual não veremos a saída por um prazo histórico extremamente longo, e uma vitória eleitoral da esquerda que representaria uma enorme reviravolta e uma derrota de colossais dimensões para o imperialismo, o projeto neoliberal e seus agentes no país.

Nada é normal neste processo eleitoral. É uma gigantesca farsa, do momento em que excluíram a Lula com uma condenação bárbara e mentirosa. A mídia canalha continua o bombardeio, mente, exclui, tergiversa, agride, continua a fomentar o fascismo e o ódio, com foco especial no PT. O judiciário, prostrado aos interesses das camarilhas mais obscuras que manobram nos bastidores, faz coro com golpistas. Quem disser que “as instituições estão funcionando”, mente. O golpe militar ronda, mas vacila. Camadas populares muito amplas estão sendo manipuladas pelo fascista Bolsonaro, com amplo apoio de igrejas evangélicas de matriz norte-americana, que de nenhuma forma deve-se menosprezar: ele é um aríete do grande capital e do império, mesmo que não exclusivo. No fracasso das outras candidaturas da direita, ele é a alternativa ao alcance da sua mão.

Não é hora de discutir se Lula “esticou a corda” para lançar Haddad à presidência, ou se deveria ter boicotado as eleições. Nem se Haddad será o “Macron” brasileiro, nem muito menos o “Lenin Moreno”: Haddad, de certa forma, não é o dono do seu destino, é um instrumento da resistência popular ao golpe e suas consequências. É, querendo ou não, o Lula caminhando solto pelo Brasil. E pelas primeiras escaramuças na Globo, nos debates, não tem decepcionado. Sua força é a força de Lula e do que ele representa. Programa o PT tem, e todos o conhecem: está cravado na memória histórica do que foi a Era Lula para a civilização brasileira. A discussão, portanto. não é o que fará Haddad na presidência, é que temos que derrotar o golpe, e a hora é agora.

A situação é extrema e pode representar uma derrota. Mesmo porque o regime tem como última arma a fraude eleitoral na urna eletrônica incontrolável. Somente uma vitória acachapante e incontestável de Haddad pode assegurar que a fraude não seja irreparável. E pelos números atuais, a margem é desesperadoramente pequena entre os prováveis candidatos ao segundo turno.

Depois discutiremos que governo será possível. Antes, é perder tempo. E do que precisamos, é de tempo para avançar mais, encontrar o eleitorado nas ruas, mobilizar amplas camadas que começam a perceber o que está em jogo.

Jereissati parece ter percebido que os ventos não estão a favor da direita. Seria errado dizer que os nossos liberais de direita têm aversão ao fascismo, porque não é verdade: quando se tratou de massacrar e torturar na ditadura militar eles fizeram cara de paisagem.

Mas eles divergem abertamente do Golpe para alertar, porque pressentem que na polarização, vão perder força política, ou mesmo desaparecer no pó da história, por golpistas, assassinos de direitos, entreguistas vende-pátria. As aberrações cometidas pelo governo Temer atingem até mesmo os interesses de certas oligarquias que temem ser tragados pela ditadura financeira, especulativa, pela invasão estrangeira de capitais ensandecidos e eufóricos com a nova era de exploração da força de trabalho que se abriu no País.

Processo esse que poderá tornar-se incontrolável.

Então, é preciso contar com as divergências do inimigo, sim, sem falsos pudores, quando e onde seja possível no segundo turno. Agora não há mais tempo para nada, as eleições estão aí, e é preciso emplacar Haddad no primeiro turno.

As elites estão brincando com a questão militar. Mobilizaram o exército no Rio, para exercitar a repressão. Emplacaram um candidato a vice da direita militar mais obtusa. Nomeiam militares para a administração pública e agora, até como assessores do STF. Alimentam a onda da “intervenção militar já”. Vamos falar claro: se não há vácuo na política, menos ainda na hierarquia militar. Se a ala progressista ou pelo menos democrático não se exprime em nenhum lado e deixa correrem soltos os pequenos Pinochets, esta ala reacionária vai prevalecer. A ala progressista só vai poder manifestar-se se o movimento popular conseguir abalar as estruturas do Golpe com uma colossal demonstração de força nestas eleições e depois delas. O Século XXI nos ensinou que uma saída militar progressista é uma hipótese viável, mas nas circunstâncias do Brasil, é uma hipótese temerária. A esquerda não a entende. Do desprezo, passam para a preocupação e o alarmismo.  Melhor se ocupassem o tempo reivindicando o verdadeiro nacionalismo e a luta pela soberania nacional que avançou na Era Lula, e convocando as forças armadas a ocupar-se destes temas e não da “corrupção”.

De uma sucessão de derrotas, que passou pela destituição da Dilma e culminou com a prisão de Lula, o PT e sua militância parecem ressurgir das cinzas, frente à mais colossal campanha de demolição da sua imagem, aparece ainda como o único partido com credibilidade e apoio popular. Mas o PT de amanhã deverá ser outro, caso contrário não governará, não se sustentará, já que por maior que seja a vitória de Haddad, terão pela frente toda a estrutura agressiva do grande capital para continuar o combate contra ele. A discussão se fará no momento oportuno, sobre o aprendizado dos erros e ingenuidades, do carreirismo, da ilusão nas instituições burguesas. Agora é a hora de cerrar fileiras e conquistar Haddad para o segundo turno!

Comitê Editorial
Jornal Revolução Socialista
Corrente Posadista do PT


Palavras-chave: Lula;Haddad;eleição 2018

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EDITORIAL:

Apoio incondicional à candidatura Haddad-Manuela e à coligação!
Pela composição mais ampla com todas as forças de esquerda, progressistas, nacionalistas e democráticas e dissidentes do regime ditatorial neoliberal e fascista! É preciso contar com as divergências do inimigo. É preciso emplacar Haddad no primeiro turno.
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