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A valentia do nosso Chávez e o alerta contra o império
30 de junho de 2011 Artigos Edições Anteriores Politica
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Não é comum ver o comandante Chávez ler uma mensagem, dado que estamos acostumados a ouvi-lo improvisar longos discursos ou conversações. Por isso, nesta hora fatídica, vendo-o ler quase um relatório médico que fala sobre a sua saúde, com a mesma coragem daquele glorioso 4 de fevereiro de 1992, do “Por enquanto!” (1) e corajosamente assumir a responsabilidade pelo levante, como nos dias sombrios de 11 e 12 de Abril de 2002, seqüestrado pelos militares fascistas, reduzido, e, com a astúcia de uma raposa, consegue enviar uma mensagem ao seu povo, mudando assim o curso dos acontecimentos, e às 47 horas retomando o poder graças à ação do povo/exército.

Hoje, o vemos com a mesma valentia, a face triste, um pouco magro, mas de pé, forte, otimista e transmitindo a fé ao povo e exortando-nos a continuar a luta pelo socialismo. Como este líder cresce na adversidade! Que líder de quilates tão altos que nós, os venezuelanos, nos damos ao luxo de ter! Que outra fé o levanta, senão o amor a seu povo e à revolução bolivariana, e à certeza de que a mudança social é profunda?
Ninguém contava com isso, nem o próprio Chávez que hoje assume publicamente que cometeu erros importantes com a sua própria saúde. Ele, na sua paixão incomensurável com a revolução, ultrapassou sua força física, com uma atividade fora do normal, um homem-vendaval, que quer que tudo seja feito rapidamente e bem; mas sacrificou sua saúde, e talvez essa descoberta inesperada de uma doença na região pélvica, que felizmente foi detectada e extirpada pela magnífica medicina e ciência cubana, o obrigue a mudar os ritmos da sua atividade, considerando que ainda tem um ano e meio de governo e que 2012 é um ano eleitoral e nessa jornada em que a revolução bolivariana e socialista aposta a sua sorte e o seu destino, ele deve estar em ótimas condições para a vitória esmagadora que obteremos, e a sua reeleição será uma garantia fundamental para a continuidade revolucionária.


Há vários casos recentes na América Latina de presidentes acometidos por doenças graves como a que hoje afeta o presidente Hugo Chávez: a presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, que sofria de câncer linfático; o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, que também teve câncer linfático. Todos superaram seus males e estão dirigindo seus povos. Ao que tudo indica, a do Chávez é menos grave.
Mas tão esmagadora revelação que chocou todo um povo, não nos pode abater e fazer-nos descuidar diante das astutas ciladas do vil e voraz imperialismo norte-americano e seus lacaios crioulos. Sabemos quão maus e canalhas são, e que vão tentar confundir e explorar esta circunstância. É preciso preparar-se para enfrentar a conspiração de Obama, do fascismo e do neo-fascismo crioulo que começará com o pútrido esgoto da Globo Terror, da União Rádio, do jornal El Nazional e o do Universal e toda a sem-vergonhice dos meios nacionais e internacionais, que, sem dúvida, vão tentar tirar proveito da situação política e tentarão desestabilizar. É preciso impedir isso; impor a lei “Resorte” (Lei de Responsabilidade Social) para os canais de televisão, fazer com que a cumpram, e se a violam, fechá-los !
É preciso ocupar as ruas! Não ceder os espaços, nem permitir que a direita e a extrema direita externem suas asquerosas garras golpistas.  Se a direita armar provocações, a força do povo na rua deve derrubá-la! Unir-nos mais, fortalecer a revolução, os movimentos sociais, os partidos de esquerda!  Unir e afinar o Exército e ativar as Milícias Populares! É preciso preparar-se para tudo e colocar a mão firme frente à contra-revolução. Não deixar que passem provocações, nem que deixar que se agrupem forças para lançar e destruir a revolução.
É hora que saia à arena a liderança que foi forjada com a revolução, os homens e mulheres que se têm forjado no calor destes 12 anos de luta revolucionária e a legião de revolucionários que sempre lutaram na frente de uma esquerda que nunca vacilou: o PSUV, o PCV, o PRT, o MEP e a legião de organizações operárias, camponesas e estudantis.
O tempo é primordial, único e, como povo e como vanguarda revolucionária há que marchar como um único povo, continuar a obra de Chávez e da revolução.

30 de junho de 2011


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