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Argentina: Memória, Justiça e Verdade e a primeira greve geral
07 de abril de 2017 Notícias
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<html> <head> <title></title> </head> <body> <p style="text-align: center;"> <span style="color:#b22222;"><strong><span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">41 anos de clamor pela Mem&oacute;ria, Justi&ccedil;a e Verdade e</span></strong></span></p> <p style="text-align: center;"> <span style="color:#0000ff;"><strong><span style="background-color: rgb(255, 255, 255);">A primeira Greve Geral contra Macri na Argentina</span></strong></span></p> <p> Ap&oacute;s 41 anos desde que a ditadura c&iacute;vico-militar perseguiu, prendeu e desapareceu com mais de 30 mil cidad&atilde;os argentinos, ativistas sociais, sindicalistas, pol&iacute;ticos, intelectuais, estudantes, jovens e mulheres que lutavam por uma vida digna e justa para os trabalhadores, e uma na&ccedil;&atilde;o livre e soberana, voltaram &agrave;s ruas no dia 24 de mar&ccedil;o, mais de um milh&atilde;o em todo o pa&iacute;s, n&atilde;o s&oacute; pela Mem&oacute;ria, Justi&ccedil;a e Verdade sobre o passado, mas contra a agressiva pol&iacute;tica econ&ocirc;mica de Macri, e as novas amea&ccedil;as aos direitos humanos que voltam a empanar os c&eacute;us da Argentina. Esta gigantesca manifesta&ccedil;&atilde;o d&aacute;-se na semana posterior &agrave;s consecutivas marchas multitudin&aacute;rias dos dia 6, 7 e 8 de mar&ccedil;o, e anterior ao dia de hoje, 6 de abril que refletem uma decis&atilde;o consolidada de mobiliza&ccedil;&atilde;o popular cont&iacute;nua e irrevers&iacute;vel, de greves, protestos e ocupa&ccedil;&otilde;es de ruas, incluindo os arrependidos votantes de Macri.&nbsp;</p> <p> Hoje, 6 de abril, concentrando o impulso dos dias anteriores de luta, o pa&iacute;s parou! A CGT, com o apoio das CTAs, e os diversos sindicatos filiados, congregando trabalhadores dos transportes, trens, &ocirc;nibus, metr&ocirc;s, avi&otilde;es, taxis, funcion&aacute;rios p&uacute;blicos, banc&aacute;rios, professores, hospitalares e consequentemente, das f&aacute;bricas, iniciaram a sua primeira medida de for&ccedil;a unificada, exercendo o direito de greve, contra o desemprego massivo dos &uacute;ltimos meses, nas estatais, nas pequenas e m&eacute;dias empresas, o custo desenfreado da vida (moradia, transportes, alimenta&ccedil;&atilde;o e energia el&eacute;trica-g&aacute;s), o desmonte do Estado, da educa&ccedil;&atilde;o e da sa&uacute;de.</p> <p> Em contrapartida, neste mesmo dia, Macri est&aacute; no Hilton Hotel, reunido com os grupos econ&ocirc;micos de DAVOS, prometendo &ldquo;paz social&rdquo; aos investidores multinacionais. &Eacute; um governo que s&oacute; governa para os ricos e n&atilde;o dialoga com os pobres. Elogiou a manifesta&ccedil;&atilde;o dos &ldquo;coxinhas&rdquo;, burgueses do PRO, neste recente 1 de abril, uns poucos 24 mil, que exalavam desprezo de classe, com dizeres contra os trabalhadores que comem &ldquo;choripan&rdquo;(p&atilde;o com lingui&ccedil;a, equivalente ao nosso cachorro-quente) e viajam de &ocirc;nibus. S&atilde;o diversos pronunciamentos de v&aacute;rios ministros de governo que denotam uma concentra&ccedil;&atilde;o de classe no poder, e declara&ccedil;&otilde;es classistas sem pudor. Frente &agrave; greve dos professores, Macri rebaixou o n&iacute;vel de prepara&ccedil;&atilde;o dos professores estatais, elogiou o ensino privado, e alegou que infelizmente muitas crian&ccedil;as tinham que &ldquo;cair na escola p&uacute;blica&rdquo;. N&atilde;o defendeu o ensino p&uacute;blico do qual o governo &eacute; respons&aacute;vel. S&atilde;o muitos os pronunciamentos governistas que atribuem &agrave; &ldquo;heran&ccedil;a kirchnerista&rdquo; o mal de haver dado excessivo poder ao Estado. Macri e os ministros &ldquo;Chicago boys&rdquo; est&atilde;o desmontando o Estado. Frente a esta greve geral, Macri j&aacute; declarou que n&atilde;o h&aacute; &ldquo;Plano B&rdquo; para este governo; acabou de amea&ccedil;ar os dirigentes sindicais, acusando-os de mafiosos. A repress&atilde;o j&aacute; caiu sobre manifestantes de bloque de estradas. Enquanto isso, a greve geral est&aacute; sendo bem sucedida, com cerca de 90% de ades&atilde;o, apesar de todas a amea&ccedil;as. O Canal televisivo C5N, como sempre, d&aacute; cobertura total, trazendo &agrave; luz, pronunciamentos de todos os dirigentes sindicais e dos movimentos sociais participantes. J&aacute; houve coletivas &agrave; imprensa em que dirigentes da CGT, rebatendo as amea&ccedil;as, acusam abertamente o governo mafioso dos Panam&aacute; Papers, das falcatruas v&aacute;rias, inclusive do Correio Argentino. Enfim, se Macri n&atilde;o ceder com a greve geral de hoje nas reivindica&ccedil;&otilde;es, em breve se saber&aacute; qual ser&aacute; o novo plano de luta dos trabalhadores e sindicatos unificados.</p> <p> 6/4/17</p> <p> <em>Vejam no v&iacute;deo abaixo, pronunciamentos de Hugo Yasky (secret&aacute;rio-geral da CTA) e Roberto Baradel (secretario-geral de Suteba, professores) de solidariedade aos batalhadores no Brasil contra Temer.</em></p> <p> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=CSnYgMQe0yY"><em>https://www.youtube.com/watch?v=CSnYgMQe0yY</em></a></p> </body> </html>
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