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28 de junho de 2013 Artigos Notícias
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Médica cubana em missão “Bairro adentro”

A decisão do governo Dilma de trazer 6.000 médicos cubanos para atender áreas carentes do Brasil, responde à proposta de contratação reivindicada por 4500 prefeitos municipais, e ao espírito de cooperação e solidariedade entre os povos. Conceituados e experientes profissionais colocam em dúvida, perante a sociedade e a si próprios, o juramento que um dia teriam feito com os ideais dos gregos Hipócrates e Asclépios. Trata-se de salvar vidas, atender a pessoas desatendidas, reivindicação lastreada no voto popular, pois são prefeitos eleitos que a fazem. Nenhum destes setores protestaram contra a chegada de milhares de engenheiros de petróleo para extrair uma riqueza nacional e fazer lobby contra a Petrobrás, que, por enquanto é operadora única do Pré-Sal, assentada em contrato de partilha, a partir de sábia decisão de Lula. Para desnacionalizar a riqueza nacional, podem vir os profissionais estrangeiros; para salvar vidas de populações  desassistidas, valem os mais absurdos e fraudulentos “argumentos”.

 

A reação contrária à aceitação de uma nobre medida de cooperação profissional e social que não vem somente de Cuba, mas de outros países como Portugal, não se explica senão pelo preconceito político, instigado pela grande mídia contra Cuba.  Um país de modestos meios materiais, mas rico em dignidade e capacidade técnico-científica de cunho social, que está de pé porque tem razão histórica. Cuba exportamédicos, professoresa várias partes do mundo, e, realiza com o Brasil a cooperação entre o  Instituto Bio-Manguinhos e o Instituto Finley de Cuba –produzindo vacinas contra a febre amarela na África, a um preço 95 vezes menor do que o praticado pela vampiresca indústria farmacêutica transnacionais capitalista.

 

A mídia, incluindo a TV Brasil, não colabora para educar consciências, superar barreiras de visões corporativistas, invisibilizando esta enormepágina de dignidade e solidariedade entre os povos. Certamente muitos jovens médicos brasileiros não verão neles um competidor profissional, pois os médicos cubanos, acostumados a grandes batalhas, aceitam ir a rincões de grande privação social e riscos de segurança. Logicamente, junto com a convocação dos médicos cubanos, é preciso viabilizar a imediata construção de hospitais e ambulatórios e melhoria das condições de trabalho no SUS do interior, para  que os  médicos cubanos e brasileiros possam exercer juntos a sua profissão com dignidade e em melhores condições de trabalho.  Dilma aclarou no recente discurso que os médicos internacionais serão contratos somente no caso em que haja carência de médicos brasileiros. Atualmente existe 1,8 médico por 1 mil pessoas, enquanto na Inglaterra e Argentina existem, respectivamente, 2,7 e 3,2 por 1 mil pessoas. Nos EUA e Austrália há respectivamente 25% e 22% de médicos estrangeiros, enquanto que no Brasil, somente 1,79%. Na Venezuela, há mais de 10.000 médicos cubanos, trabalhando em postos de saúde públicos nos bairros pobres, oferecendo serviço gratuito, enquanto avança a formação de faculdade de mais médicos venezuelanos. Dilma anunciou acelerar os projetos já aprovados de hospitais e novas UPAs e unidades básicas de saúde, mas o ritmo deve ser acelerado, o controle social e anti-burocrático deve ser acionado.

 
Na realidade, trazer os 6.000 médicos cubanos ao Brasil, abre as portas para o debate de quão simples seriam as medidas sócio-sanitárias para os governantes no Brasil, se seguissem o exemplo da Revolução Cubana, que implementou a saúde pública, com atenção médica gratuita e garantida, sem planos de saúde privados, e o transformou no mais preparado e culto do Terceiro Mundo, com índice de mortalidade infantil inferior ao do estado de Washington, e, além disso, com a capacidade de exportar médicos para 73 países, quando o Brasil, com um PIB centenas de vezes superior ao de Cuba, não consegue  levar médicos para todos os municípios. Mas, leva cerveja, a Coca-cola, o crack… O presidente operário, Lula da Silva, levou “Luz para Todos” junto com a luz, é precisoir o Bolsa Família,o medicamento, e também o médico. Dilma deve vencer esta batalha contra a oposição, acelerando a aplicação dos aprovados recursos dos royalties do Petróleo e dos fundos do Pré-sal na saúde e educação, junto à  difícil batalha de reatar relações com Cuba;

 


Por detrás de um médico cubano vem uma nova concepção de saúde, uma prática solidária da medicina, mas vem também a vacina, os medicamentos produzidos com a cooperação de laboratórios estatais. A indústria nacional tem tecnologia e matéria prima suficiente para romper a dependência ao remédio e ao equipamento importado das multinacionais.

 

25 de junho de 2013


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