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Construir uma Rede Democratica de Comunicação!
24 de maio de 2016 Batalha de Ideias
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Construir uma Rede Democrática de Comunicação!

O movimento democrático de resistência ao golpe precisa  criar imediatamente uma Rede Democrática de Comunicação, com base na estrutura pública de tv e rádio em mãos dos governos estaduais progressistas, produzindo uma programa televisivo e de rádio, a ser difundido por satélite por meio de  uma rede destas emissoras. Um programa diário, ao vivo,, trazendo informações sobre a luta contra o golpe e a defesa do mandato legítimo da presidente Dilma Roussef.  Este programa diário, com debates e a participação de lideranças do campo popular, de personalidades do campo jurídico e da cultura,  pode ser  levantado ao satélite por uma das emissoras, e, num determinado horário noturno, pode-se formar um pool de emissoras, incluindo a TVT, as TVs Comunitárias e Universitárias, para retransmissão e alimentação com entrevistas realizadas em todos o cantos do Brasil. A comunicação alternativa que tem produzido muitas iniciativas de valor, poderia ter sua produção difundida em grande escada, nesta rede de tvs e rádios.

Há abuso selvagem por parte dos meios de comunicação, especialmente da Rede Globo, difundindo falsas informações e incitando a sociedade a uma atitude agressiva contra a Presidenta Dilma Roussef e contra Lula, demolindo toda a obra construída nestes 13 anos de políticas sociais inclusivas e democratizantes, e que já são alvo da ira destruidora do governo ilegítimo de Michel Temer desde seus primeiros atos.  Dilma Roussef e sua equipe de governo, ilegalmente afastadas de suas funções, têm o direito e até a  obrigação de se defenderem, de esclarecerem a sociedade, de explicarem sobre o funcionamento dos programas sociais de governo, todos eles combatidos de modo distorcido pela grande mídia privada, apesar de seus benefícios amplos à população mais pobre. Porém, esta defesa e esta mobilização precisam ser feitas por meio de um mecanismo informativo de grande alcance popular, que é o que está sendo proposto aqui, baseando-se no fato de que o Brasil pelo menos 20 milhões de antenas parabólicas, que capazes de captar esta programação.

Esta Rede de Comunicação Democrática, que poderia iniciar-se a partir de entendimento dos governadores progressistas, já nasceria com um alcance muito mais amplo do que aquela Rede da Legalidade em que Leonel Brizola, a partir de uma única emissora de rádio, começou uma campanha que resultou na derrota do golpe militar que pretendia impedir a posse de João Goulart, após a renúncia de Jânio Quadros, em 1961.

Além de permitir uma defesa de grande alcance junto a opinião pública nacional,  e de esclarecer a sociedade sobre as manipulações feitas pelos veículos privados,  esta Rede Democrática de Comunicação  pode dar voz aos próprios cidadãos e setores sociais sempre vetados na mídia convencional, buscando uma sintonia com meios de comunicação internacionais, de modo a esclarecer as verdadeiras razões do golpe e o legítimo direito de Dilma Roussef de recuperar o seu mandato presidencial construído por 54 milhões de votos.

Esta Rede Democrática de Comunicação, aqui proposta, é ferramenta indispensável para promover o debate democrático em defesa do regime democrático e para mobilizar a população que ainda não esclarecida sobre os grave prejuízos que irá sofrer caso não haja a retomada do programa democrático e popular representado por Dilma Roussef. Para uma situação extraordinária  -   afinal, houve um golpe de estado no Brasil   -   há a exigência de uma ferramenta de comunicação também  extraordinária, baseada no legítimo direito de resistir e de defender o voto popular e o Estado Democrático de Direito.

TV Cidade Livre de Brasília

18 de maio de 2016


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