Home
Videos
Edições impressas
Jornais anteriores
Contato
Sobre nós
Defender Venezuela e América Latina: não aos acordos da OTAN com a Colômbia
25 de agosto de 2013 Artigos
Recomende essa matéria pelo WhatsApp

Defender a Venezuela e soberania dos povos da América Latina

 

 

 

O resultado eleitoral foi apenas o pretexto para desencadear a violência e o premeditado plano imperialista em marcha contra a Venezuela.

 

 

 

A violência e o dinamismo dos acontecimentos desestabilizadores contra o governo constitucional de Nicolás Maduro na Venezuela, reforça a tese de que o plano golpista contra a revolução venezuelana e a integração socialista da América Latina, teria nascido com a suspeitosa enfermidade induzida pela CIA que levou à morte prematura do líder de vulto mundial, Hugo Chávez; reforçou-se com o resultado eleitoral de 14 de abril, cuja diferença de 1,8% estimulou o opositor, Capriles Radonski, a passar da guerra midiática (com apoio do exército das grandes corporações privadas da comunicação, Globovisión, El Nacional, Universal, e das redes sociais fascistas), a instigar a pseudo “fúria popular”, a violência organizada de minorias, mercenários contra-revolucionários. O esforço democrático do Conselho Nacional Eleitoral, de satisfazer os caprichos dos opositores, ao encaminhar a auditoria das urnas – o que não ocorre em nenhum país do mundo – tem sido ignorado e superado pela decisão golpista, de não esperar resultados, e partir para a conspiração, à ilegalidade dos acordos de Capriles com o governo colombiano, sustentados pelos EUA e pela Otan.

 

 

 

A realidade contundente, do acelerar da luta de classes em escala mundial, ou do confronto de dois sistemas sociais – socialismo ou capitalismo – , que em fase de decrepitude final deste último, assume uma virulência incontrolável, leva a que o governo colombiano aceite às vésperas do acordo de paz com as FARC, que os opositores ilegais de um país vizinho, comprem e instalem nas 7 bases americanas da Colômbia, 18 aviões de guerra dos EUA, e que conspire acordos com a OTAN. A guinada de Santos, à pressões de Uribe, dos EUA e de Israel, abandonando a via pacífica estimulada por Chávez e pela Unasur, e recentemente por Lula, se chocará em contrapartida com o acelerar da união latino-americana, a reação do Conselho de Defesa da Unasur, da decisão da Rússia de acompanhar os projetos da CELAC. As bravatas do imperialismo, estão enraizadas no desespero, na crise econômico-social sem via de escape na Europa (de olho em ultramar, no petróleo latino-americano, venezuelano e brasileiro,) sobretudo quando a Rússia e a China não estão mais dispostas que a Síria tenha o mesmo fim que a Líbia, vítima do descuido da comunidade internacional.

 

 

 

O significado do resultado eleitoral de 14 de abril

 

 

 

John Kerry e o governo norte-americano, apoiou a acusação de “fraude” de Capriles, desrespeitando a soberania da Venezuela, quando os EUA usando a mesma infalível máquina eleitoral Smartmatic, fez 0% de auditoria, e jamais revisou as urnas que levaram Bush a vencer por 0,4% contra Gore. Nesta última eleição, antes de anunciar o resultado eleitoral, o CNE da Venezuela auditou 54% das urnas. E depois das eleições, aceitou e terminou de auditar 100%, com resultados que comprovaram precisamente o resultado eleitoral. Nunca se pediu auditoria a algum país: nem ao México quando Felipe Calderón venceu por 0,5%, ao Chile quando Piñeda venceu por 2%. A venda nos EUA de 18 aviões à oposição venezuelana desmascara completamente a hipocrisia desta “democracia” transportada por mísseis e canhões, como a que se exerceu impunemente contra o povo do Iraque e da Iugoslávia.

 

A violência da campanha eleitoral de Capriles, não se limitou a ataques pessoais contra Maduro, mas a estimular a insegurança, a crítica de setores da classe média, que redundou em 20% de abstenção, provocando sabotagens no sistema elétrico, explosões, apagões, desabastecimento de alimentos nos super-mercados de alimentos. Repetiu-se o ocorrido em 2002: a oposição apoiada em tecnocratas burgueses da ex-PDVSA organizou o chamado “paro petroleiro” para levar o país ao caos energético e ao descontento popular (o que fracassou). Agora, instigam o “paro elétrico” e a sabotagem no interior da Corpoele (Companhia estatal de fornecimento de energia elétrica).  A Frente Unida dos trabalhadores socialistas, junto à Guarda Nacional estão alertas.

 

Não se pode dizer que o país está dividido à metade. Uma parte dos 48,9% dos votos à oposição, são oscilantes, de extratos pequeno-burgueses, aos quais Capriles acenou a bandeira de Bolívar, usou a música revolucionária de Ali Primeira, prometeu seguir alguns projetos sociais de Hugo Chávez aos quais sempre combateu, pousou-se hipocritamente de lulista. Muitos destes votos são dos que não perceberam que enquanto isso, Capriles preparava o incêndio e o terror. Esse era o projeto: o fascismo. Por isso, a farsa não durou um dia. Saíram a incendiar a democracia, e impedir o avanço da revolução bolivariana. Porque não se apoiaram na “metade do país”, o espaço democrático para impor o seu projeto real, o burguês camuflado? A maioria parlamentar do Polo Patriótico e do PSUV, os 20 dos 23 governos do PSUV nos estados, não permitiriam qualquer retrocesso, reprivatização da PDVSA e políticas neoliberais, como é o projeto real da frente eleitoral opositora (MUD) que o apoia. Para tentar impor isso, só com o fascismo, que é o que ameaçam implantar com o terrorismo que desencadearam desde 15 de abril. Seguramente, boa parte do eleitorado de Capriles, se hoje fosse convocado às urnas, votariam em Maduro. Os 7,5 milhões de votos por Nicolás Maduro, são votos conscientes, chavistas e decididos a avançar ao socialismo, e à integração dos Estados revolucionários da América Latina.

 

 

 

Autocrítica para avançar

 

 

 

Sem dúvidas que a revisão e autocrítica de possíveis erros táticos ou de insuficiência estão na ordem do dia, mas junto à superação da ameaça contrarrevolucionaria. O não alcance dos mesmos níveis eleitorais entre esta eleição de 14 de abril e de 7 de outubro, se deve entre outras que Maduro não é Chávez. A morte do comandante, ao mesmo tempo que cria uma comoção de compromisso, cria uma insegurança em alguns extratos chavistas que não são ainda a ala consciente e militante; estes são os 7,5 milhões de votos pelo socialismo que migram de Chávez a Maduro; Em 10 dias de campanha, não foi fácil enfrentar a maquinaria informativa do experto de 3 eleições, Capriles, com o seu truque do engodo, roubando pontos programáticos do governo chavista, pousando-se de bolivariano. Talvez houve algumas falhas que levaram à penalização nas urnas, por setores da classe média, ou de camadas pobres que vivem a contradição entre o brado ao “socialismo” e a burocracia ainda vigente. A campanha de Maduro não se dedicou a inovações, senão a prometer cumprir o programa extenso do “Plano da Pátria” até 2019, deixado em dezembro por Hugo Chávez. Porém os déficits como a questão da insegurança, o governo de Maduro as assumiu a posteriori com unhas e dentes: O “Plano Pátria Segura” tem sido posto em prática, com contingentes de guarda nacional, exército e milíticas em abrangente ação cívico militar a desarmar o narco-tráfico e debelar a violência nos bairros.

 

 

 

A violência pós-eleitoral da oposição o seu plano golpista

 

 

 

A grande mídia comercial chama de democráticos, os atentados de mercenários apoiados por Capriles, vindos da Colômbia contra as centrais elétricas, aos postos de saúde, as sabotagens contra o sistema de ar condicionado e eletricidade dos hospitais, dos mercados populares de abastecimento (Mercal, Pdval e Mercado Bicentenário), rádios comunitárias, sedes de partido e reunião do povo (sedes do PSUV queimadas em Barinas, Anzoátegui e outro estados), Centros de Saúde (15 “Centros de Diagnóstico Integrais”, construídos por Hugo Chávez, com a ajuda dos médicos cubanos). Não são simples ações vandálicas: são ataques terroristas, com objetivo político claro, características do nazi-fascismo, mirados a opor-se ao curso socialista da Venezuela. Assassinaram a dirigentes trabalhadores, militantes, moradores da zona de urbanização, construída por Hugo Chávez a famílias de vítimas das chuvas, no estado Miranda, abandonado pelo seu governador Capriles, que viaja e conspira no exterior. Atacaram residências de governadores do PSUV ameaçando familiares e crianças, da presidente do CNE (Conselho Nacional Eleitoral), Tibisay Lucena. São os mesmos métodos de ação terrorista, acobertados pela grande mídia, utilizados pelos chamados “rebeldes” em nome da “democracia” contra Kadaffi, ou Bashar Al Assad.

 

 

 

O povo trabalhador mobilizado e

 

a unidade das Forças Armadas contra o golpe

 

 

 

Enquanto a direita destrói, queima casas e mata moradores das novas urbanizações, o Ministro entrega apartamentos da chamada “Grande Missão Habitacional”, atingindo a meta dos 380.000 apartamentos, entre os 2 milhões planificados até 2019 pelo “Plano da Pátria” deixado por Hugo Chávez. Em plena guerra informática criou-se o novo Canal Consciência. Onde está a ditadura, a repressão, o militarismo difundido pela grande mídia? Este falso jornalismo da grande mídia privada, com 70% de poder, e golpista, é um nó vital na garganta da revolução bolivariana, que deverá ser solucionado, cortando a sua impunidade de apontar armas contra o povo, impondo a constituição, ou novas leis, seguindo exemplos como a de Cristina Kirchner na Argentina, e Rafael Correa no Equador.

 

A resistência do Sistema Boliviariano de Comunicação e Informação

 

A televisão do estado, VTV, os jornais populares, “Correio de Orinoco” e “Cidade Caracas”, a Rádio Nacional, as rádios comunitárias, o SBCI (Sistema Bolivariano de Comunicação e Informação), a Telesul, são conquistas da revolução bolivariana, e tem sido uma arma fundamental de resistência ao golpe, e portanto, alvo de ameaças terroristas.  A valentia e a consciência do povo venezuelano, comitês populares, trabalhadores, militantes do PSUV e do Grande Polo Patriótico defendendo instituições públicas, como a PDVSA e centrais elétricas tem sido exemplares. Nicolás Maduro decretou o Sistema Elétrico Nacional, área de segurança nacional para evitar sabotagens, e defendê-lo da mesma forma que PDVSA.

 

Hugo Chávez, o soldado que construiu uma Venezuela revolucionária, centro receptor e emissor de forças internacionais

 

 

 

Há 60 dias do desaparecimento físico de Hugo Chávez, a humanidade ainda chora e sente a grande perda, mas o seu legado é perene. Este gigante revolucionário, que gerou sua consciência no quartel, coronel, estudioso não só de estratégia militar, mas de história, teoria econômica, desde Nietsche a Che Guevara, Marx, Lenin, conhecendo perfeitamente o papel do Exército vermelho desde Trotsky a Mao-Tsé-Tung; como presidente e comandante-chefe das FANB foi o arquiteto e aplicador de 14 anos de revolução com todos seus projetos econômico-sociais (chamadas Missões) que fez da Venezuela um emissor e receptor de luz para toda a América Latina e o mundo. Ele foi uma síntese de uma necessidade histórica transformadora da humanidade inteira,   A revolução bolivariana com Hugo Chávez concentrou um renascimento de forças mundiais, uma reação choque que foi para a humanidade, a desintegração da URSS e todas suas consequências, crises e incertezas do movimento comunista mundial. Com Chávez renasceu a esperança no socialismo, desencadeou-se a luta anti-imperialista na América Latina, no Irã, no Oriente Médio, a aliança China-Rússia, e a reafirmação de Cuba, e chegou-se até a convocar uma Quinta Internacional Socialista do século XXI. Ele reabriu a era dos valentes como Che Guevara na ONU, ao bradar: “aqui há cheiro de enxofre”, referindo-se a Bush. Foi este militar, meio indio, que compreendeu outro militar revolucionário negro, Thomas Zankara (ex-presidente assassinado de Burkina Faso), e defendeu contundentemente a Líbia de Kadaffi, Síria e Irã.

 

 

 

Não há dúvidas de que ele foi a alma consciente da transição do século XX ao XXI. Foi “Um relâmpago” que iluminou uma nova época histórica, como dito por Maduro, ou bem dito por um tal Plejanov, no livro, “O papel do indivíduo na história”:  a humanidade cria e concentra em um indivíduo, muito especial (que não surge a cada dia nem em todo lugar), a sua representação consciente para promover uma transformação revolucionária para a inteira humanidade. Hugo Chávez era consciente do seu papel, dos riscos de uma vida que poderia ser curta (com mil ameaças comprovadas de golpe e magnicídio) para consolidar todo o sonho socialista latino-americano e mundial. Como ele mesmo citava ao poeta espanhol Antonio Machado: “caminhante, não há caminho, faz-se o caminho ao andar”,  se dedicou a deixar o exemplo, no papel e nos atos. A energia, o dinamismo e a urgência com que atuou Hugo Chávez evidenciados nas grandes realizações em poucos anos deixa indicadores inquestionáveis, que mereceram o reconhecimento da FAO e da Unesco: analfabetismo zero, luta exemplar contra a fome, crescimento esportivo, politização e atuação; se está forjando um povo solidário e internacionalista que vence a torpeza e o individualismo incutidos por anos pelos ex-magnatas do petróleo, por Capriles Radonski, e seus grandes meios de comunicação e Globo Vision; um povo que cresce contra a herança da corrupção, ativando 21 mil conselhos comunais já existentes (com meta de 40 mil conselhos comunais, unidas por 3 mil comunas socialistas até 2019); um povo soerguendo com suas próprias mãos operárias, junto ao Estado e a cooperação internacional (da China, do Irã, Brasil, Portugal, Bielorussia, Russia e Cuba) a “Grande Missão Casas” incluindo prioritariamente os desabrigados das chuvas (com 350 mil já entregues até chegar aos 2 milhões em 2017), sem contar a reforma agrária galopante, Missões agro-alimentarias (com auto-abastecimento e empresas socialistas e distribuição estatal de alimentos, via Mercal, PDVAL). Há que ler e estudar o “Plano da Pátria”, um plano sexagenal deixado por Hugo Chávez e o governo atual, de desenvolvimento para avançar a um Estado Socialista. É um projeto venezuelano? Sim, mas com tanto entrelaçamento econômico internacional e compromisso com a integração latino-americana, com a Unasul, a Celac, a Alba, Mercosul, com o BRICs, portanto, o Brasil, nós, brasileiros, temos muito a ver; como temos que ver com Petrosul, Banco do Sul, Telesul, o Conselho de Defesa do Sul, e todos os projetos de unificação dos países que tem optado por não depender do FMI e do Banco Mundial, promotores da falência do mundo capitalista.

 

 

 

“Governo de rua”

 

e poder popular

 

 

 

Hugo Chávez disse sempre, citando a Trotsky: “a revolução avança com as chibatadas da contrarrevolução”.  Golpe mais profundo não podia ser que a morte de Chávez. Mas, o povo venezuelano, a união cívico-militar incrementada nestes 15 anos, o Plano de Segurança, onde em vários estados estão mobilizados soldados do Exército, da Guarda Nacional e das Milícias revolucionárias para não somente chamar os chamados “desajustados” a abandonarem as armas, mas a proteger a sociedade civil das ameaças de mercenários e contrarrevolucionários, demonstram que se preparam para que não ocorra um novo Chile na Venezuela.

 

 

 

Sem dar voltas, o povo venezuelano está aprendendo muito rápido para também dar lições. O chamado “Governo de Rua” de Nicolás Maduro, onde êle e os ministros, realizam Assembleias Populares para discutir medidas sócio-econômicas locais, romper o burocratismo, dialogando com o povo, forjando um homem novo, é um exemplo para toda América Latina. Hugo Chávez se dedicou a construir, como uma das metas do socialismo, a um homem novo, como fez a revolução cubana de Che Guevara e Fidel. Estimulou com o seu exemplo, de amor verdadeiro, aos oprimidos, indefesos, às crianças, aos jovens, mulheres e anciãos, de rechaço aos corruptos e burocratas. Isso só é possível com Partido e organismos populares. O histórico recolhimento de famílias vítimas das inundações ao Palácio Presidencial de Miraflores e ao Forte Tiúna em dezembro de 2010 (às quais, 3 anos após, lhes entregou casas novas e bem equipadas), foi lição de conduta e moral revolucionaria e de ação cívico-militar. O povo, auto-denominado, “filhos de Chávez” não esquecem, e estão estruturando as bases para um salto no poder popular, no avanço do PSUV, no exercício das comunas socialistas. Maduro chama a que o povo esteja mobilizado, reiterando o alerta de Chávez: a revolução é pacífica, mas não desarmada; chamou à união do exército, para impedir outro Pinochet; a consolidar o “Grande Polo Patriótico”, uma Frente dos partidos de esquerda, desde PSUV, PCV, PPT a outros. Há que estar alertas: a burguesia não deixa o poder pacificamente. J. Posadas já dizia: o capitalismo lançará a guerra final inevitavelmente. Não há coexistência pacífica. Há que jogar todas as cartas da diplomacia, da paz com o governo títere da Colômbia, para demonstrar que revolução é paz, capitalismo é guerra; mas, sem ilusões, manter mobilizado o poder popular e o exército revolucionário. A união cívico-militar é a tarefa primordial das revoluções hoje na América Latina.

 

 

 

Frente Única Anti-imperialista

 

 

 

Chávez, relembrando sempre à “Revolução Permanente” de Trotsky, dizia: “Não há como construir o socialismo em um só país. É necessário que a revolução se estenda mundialmente”.   Por isso, impulsionou e construiu, ALBA, Unasur, Celac e chamou à Quinta Internacional Socialista. Chávez morreu, mas deixou vários elementos para a humanidade continuar esta tarefa. O presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, no coração do Oriente Médio, o entendeu profundamente, e chorou, a grande perda que significa para sí e para a humanidade. Todos as forças progressistas e revolucionárias, de mais de 55 países que renderam homenagem a Chávez no seu funeral, desde Raul Castro, Lula, Dilma, Lugo, Ortega, Correa, Evo, Mujica, Cristina Kirchner, Putin, os russos, os chineses, são irmãos de criação desta integração latino-americana e mundial. A Venezuela, com Maduro continuará a ser central, anfitriã de vários encontros internacionais, incluindo a próxima Reunião dos Países não Alinhados e o Encontro Internacional contra o Fascismo. É muito importante que os movimentos sociais, os sindicatos, as TVs comunitárias, o MST, o PT, o PDT, o PSB e todos os partidos de esquerda,  o governo brasileiro sigam na linha de apoio a Nicolás Maduro, como tem feito Dilma e o recente pronunciamento de Lula de não aceitar a ingerência dos EUA nos problemas internos da Venezuela. Fora a OTAN da Colômbia e da América Latina! Todo apoio ao pronunciamento solidário de Evo Morales, aos artistas colombianos que se declararam contra a OTAN, pela paz e pela unificação dos povos da América Latina.

 

 

 

19 de junho de 2013

Recomende essa matéria pelo WhatsApp


Faça seu Comentário
Comentários
Nenhum comentário para esse conteúdo.
'
EDITORIAL:

A vitória de Pirro de Temer no Congresso e as Caravanas de Lula
O Brasil profundo dos trabalhadores, dos homens e mulheres do campo, das regiões interioranas, desce às praças e estradas espontaneamente para abraçar e festejar o seu verdadeiro e único presidente. A todos Lula passa uma mensagem de otimismo e de que é possível retomar o sonho de transformar o país
Receba nossa newsletter
Videos recentes
Suplementos Especiais
Links Recomendados
Matérias recentes
Noticias recentes
Batalhas de Ideias
Comunicação
Ganma Hispan TV Press TV Russia Today TeleSUR
Palavras-chave
J. Posadas - Obras publicadas
Leituras sugeridas
A FUNÇÃO HISTÓRICA DAS INTERNACIONAIS Del Nacionalismo Revolucionario al Socialismo Iran - El proceso permanente de la revolucion Iran - El proceso permanente de la revolucion La musica, El Canto, La Lucha Por el Socialismo
Desenvolvido por Mosaic Web
Recomendar essa matéria: