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Frente Única e mobilização em defesa das Universidades Federais
08 de dezembro de 2017 Editorial
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As Universidades Federais brasileiras estão sendo vítimas de ataques por parte da Policia Federal a mando deste governo ilegítimo e provavelmente também destes juízes da Lava Jato sob o comando da CIA, com a prisão de reitores, professores, estudantes e funcionários, cuja ação policialesca foi de uma audácia sem precedentes e sem qualquer justificativa, quando ninguém mais poderia supor que uma nova onda de prisões sem mandado judicial e de maneira coercitiva aconteceria após a morte trágica e de forte impacto político do reitor Cancellier da UFSC. A alegação absurda é de que há desvios de recursos públicos na construção do Memorial da Anistia Política na UFMG, um acervo criado para promover o acesso ao público e levar o conhecimento sobre o que foi a violação dos direitos humanos durante a ditadura militar. 
 
Estes ataques, tudo indica, fazem parte de uma estratégia do atual governo, da mídia e de interesses internacionais em desmontar o patrimônio publico nacional em benefício dos setores financistas e da burguesia ligada ao capital externo. Não foi a toa que recentemente o governo Temer encomendou um estudo sobre a "eficiência" dos gastos públicos das Universidades e com o título "Um Ajuste Justo" o Banco Mundial preparou um relatório recomendando o fim da gratuidade do ensino superior. Em seguida iniciam-se as perseguições aos reitores, professores e funcionários das universidades de Minas Gerais uma das mais tradicionais do país e de Santa Catarina que acaba de sofrer o segundo golpe com novas prisões. O ex-ministro Aloizio Mercadante alerta: "O que está em andamento, para além dessas ações típicas de um estado de exceção, é a tentativa de privatização completa do ensino superior brasileiro, com a asfixia orçamentária e o sucateamento das universidades federais, a partir da entrada em vigor da PEC 95 a partir do próximo ano, que promove uma ortodoxia fiscal permanente",  "
 
Assim como fazem com as estatais, Petrobrás, Eletrobras, Bancos do Brasil, Correios, etc.  e com as industrias nacionais, agora é a vez das universidades serem atacadas para justificar a entrega ao setor privado. A direita tem muito bem definido seus projetos no país, por isso de terceirização dos serviços, o desmonte da CLT, a PEC 241 que limita os gastos públicos por 20 anos, e a sanha incontida para aprovar a qualquer preço o fim da política previdenciária atirando principalmente os mais pobres à marginalização econômica e social.
 
É preciso deter esta onda criminosa que estão fazendo com as universidades públicas, neste sentido é muito importante a mobilização dos intelectuais que fizeram um manifesto de repúdio e em defesa da universidade pública seguido  também pelos reitores e pela Procuradoria Federal dos Direitos Humanos. É preciso impedir novos retrocessos no ensino público e gratuito e repudiar as ações da Polícia Federal. É necessário por em prática o exercício da mobilização permanente, ocupando as universidades, as escolas e todas as instituições de ensino superior que neste momento estejam sofrendo ameaças. Seguir o exemplo dos secundaristas que heroicamente resistiram por meses o fechamento das escolas em vários Estados, e também dos professores do ensino médio que resistiram e enfrentaram a polícia do governo do Beto Richa no Paraná.
 
Diante dos fatos e do descaramento como este governo vem usurpando a sociedade comprando inclusive deputados com o dinheiro público para aprovar medidas antipopulares, é necessário que a sociedade se mobilize, que ocupem as ruas, que a militância cobre de seu partido e dos sindicatos uma postura mais firme de resistência e que chamem uma grande mobilização unificada com os estudantes, professores, reitores em defesa da educação gratuita, das universidades públicas, pela retomada do ciência sem fronteiras, do investimento em pesquisas científicas e pelo fim das perseguições políticas.
 
Comitê de Editorial
6 de dezembro de 2017

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