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Mandela e Cuba
09 de fevereiro de 2013 Artigos
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Por Beto Ameida

 

Mesmo na morte de um gigante da humanidade, como o revolucionário Nelson Mandela, o imperialismo não deixa de exibir sua baixeza incorrigível ao buscar manipular a imagem deste líder para mostrá-lo como um conciliador abstrato. A revista Veja , que tem como acionistas empresários sul-africanos  apoiadores do apartheid, o apresenta como “o guerreiro da paz”, a quem prenderam e torturaram. Seria o segundo sequestro de Mandela,depois de 27 anos de prisão: o da sua imagem, para que não se saiba tratar-se de um dirigente comunista, revolucionário,  que apoiou a luta armada contra o regime racista da África do Sul e a revolução no mundo.

 

É obrigatório lembrar a posição de Mandela sobre Cuba, sempre sonegada pela mídia do capital, para mostrar seu pensamento por inteiro. Logo após Angola ter conquistado sua independência, em 1975,  foi alvo de agressão militar da África do Sul, que ocupou grande parte de seu território, com o apoio dos EUA e Inglaterra, que hoje fazem declarações hipócritas sobre Mandela. O presidente de Angola, Agostinho Neto, solicitou diretamente a Fidel Castro o apoio militar de Cuba. Imediatamente, se organizou uma das maiores operações de ajuda militar internacionalista, com 400 mil cubanos,  homens e mulheres, tendo lutado em solo angolano, ao longo de  um década, derrotando a agressão  imperialista e libertando Angola e Namíbia. A Batalha decisiva foi a de Cuito Cuanavale quando,  derrotadas, as tropas do regime racista bateram  em retirada.  Mandela a declara: “a Batalha de Cuito Cuanavale foi o começo do fim do Apartheid. Nós devemos a destruição do Apartheid a Cuba!”

 

Hoje, Cuba, que foi o único país a se levantar em armas em defesa de Angola e Namíbia e contra o Apartheid, continua a compartilhar internacionalmente, médicos, professores, vacinas e exemplos. Com o reconhecimento e solidariedade doo revolucionário Nelson Mandela, que, neste episódio, mostrou sua integridade e grandeza!


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