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Manifesto à sociedade paraibana sobre a tentativa de acabar com o programa mais mais médicos
05 de abril de 2015 Notícias
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Em julho de 2013 o governo federal criou o Programa Mais Médicosem resposta ao clamor social por melhoria dos serviços públicos no país. O Mais Médicosveio para atender parte dessa demanda de atenção primária e preventiva de saúde nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades do Brasil. 

Devido à falta de médicos brasileiros para cumprir essa missão, o governo federal celebrou convênio com a Organização Pan-americana de Saúde-OPAS (escritório regional para as Américas da Organização Mundial da Saúde, um organismo das Nações Unidas), visando à contratação de médicos originários de outros países. Por essa via, profissionais de várias nacionalidades passaram a integrar o programa, com destaque para os cubanos, de comprovada experiência em missões humanistas em mais de 60 países.

A Paraíba recebeu 147 médicos cubanos, que trabalham em 118 municípios. As populações desses municípios atestam a qualidade dos serviços prestados, marcados pelo humanismo socialista que pulsa na ação desses profissionais e missionários da paz.

Lamentavelmente, na contramão dos interesses populares, transita no Senado projeto de autoria dos senadores Cássio Cunha Lima e Aloysio Nunes, que propõe a exclusão dos médicos cubanos do Programa Mais Médicos. Isto significaria inviabilizar o programa, agravando ainda mais a situação de populações sofridas, vítimas do mercantilismo com a saúde popular.

 A Associação Cultural José Marti de Amizade Brasil-Cuba é uma entidade sediada em todo o pais, que tem como missão a solidariedade entre os dois povos irmãos. Presidente de Honra da entidade, na Paraíba, é o ex-governador Ronaldo Cunha Lima (in memoria), que cultivou grande apreço à causa abraçada pela Associação. Sobre Cuba, Ronaldo, após visita à Ilha expressou: “...experiência das últimas décadas permitiu que ali fosse implantada uma sociedade mais justa e fraterna, garantindo ao seu povo conquistas elementares como a do trabalho, educação, saúde, cultura e dignidade, entre outras.”

O senador Cássio Cunha Lima derivou por caminho oposto, levado pelo inconformismo em derrotas eleitorais, somando voz à de seu colega do PSDB paulista que, um dia, empunhou armas na luta contra a ditadura.

A Associação Cultural José Marti rechaça esse projeto senatorial genocida, ao tempo em que conclama as forças progressistas da Paraíba a sair em defesa dos desassistidos, nos municípios mais carentes e nas periferias urbanas, apunhalados, desta forma, por razões que salientam a falta de espírito público e desrespeito aos mais necessitados, na esteira de uma campanha ensandecida de ódio e rancor que tumultua a vida no país.

--


 
                                                  Jonas Marques de Araújo Neto
 Joao Pessoa, 3 de abril 2015

ASSOCIAÇÃO CULTURAL JOSÉ MARTI

 

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