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Marcha contra o golpe, pela legalidade e a soberania nacional
15 de dezembro de 2015 Editorial
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No dia 16 renasce a Frente única dos movimentos sociais da esquerda nas ruas para nunca mais parar até que a conquista plena da legalidade e a da soberania nacional esteja assegurada.

 

A tentativa de golpe contra o governo de Dilma orquestrada pela direita encabeçada por Eduardo Cunha,  com o aval do PSDB de FHC, do vice Michel Temer e setores políticos da oposição,  não só não tem base legal necessária, como definem muitos juristas, como não tem encontrado eco na  sociedade. Reflexo disto são as manifestações do dia 13 convocadas por estes setores para respaldar o impeachment da presidente Dilma resultou num fracasso bombástico!

Eles, que em agosto, conseguiram reunir mais de um milhão contra o governo, desta vez  com  o mesmo objetivo não conseguiram mais que 50 mil em todo o país. Até Fernando Henrique usou as redes sociais para chamar  para o Ato.  Esperavam que a vitória de Macri na Argentina mais a perda de cadeiras nas eleições na Venezuela, fossem influenciar a população brasileira o que  facilitaria seus planos  golpistas. Esta ausência massiva no Ato da direita, mostra como a população vem acompanhando e fazendo um julgamento da crise política! Não aceitam mais servir de massa de manobra destes aventureiros que sequer conseguem apresentar um projeto de governo.

Por outro lado, ganham força as manifestações contra o golpe e as redes sociais estão dando uma enorme contribuição ao divulgar vídeos e convocando a sociedade a repudiar a tentativa da direita.

A maioria dos governadores de Estado e prefeito de capitais, se reuniram com Dilma para manifestar apoio ao governo e criticar os  golpistas que ainda não digeriram a derrota nas urnas, e tentam por meio de manobras derrubar o governo popular que ao longo destes 13 anos, com Lula e Dilma, se dedicou a governar para os mais pobres.

Já são inúmeras as atividades, os manifestos assinados por intelectuais, artistas,  juristas, estudantes, igreja católica, setores evangélicos, movimentos sociais, camponeses, centrais sindicais que, unidos na Frente Brasil Popular darão demonstração de força e decisão de estruturar um movimento independente de movimentos sociais que não os mantenham subordinados às manobras e golpes parlamentares e do poder Judiciário, cúmplice de grandes poderes econômicos financeiros e multinacionais, travestido de baluartes da “anti-corrupção”, alimentando o golpe suave (somente contra as forças progressistas, democráticas e populares como o PT, excluindo o PSDB e o DEM). Este Ato político contra o Golpe, pelo Fora Cunha, no dia 16 em todo o País, poderá ser um  verdadeiro tsunami vermelho. Os militantes de esquerda, petistas que têm sido vítimas de todo tipo de preconceito por parte da direita conservadora, estarão resgatando sua dignidade e sua vontade de luta! As direções dos movimentos sociais e sindicatos estarão também, neste ato, pagando uma dívida com o povo trabalhador e a classe média, ao não os ter mobilizado suficientemente nos últimos anos de governo popular, dando-lhe pouco ouvido e voz; deverão colocar nesta data um marco para selar um compromisso, ocupar urgentemente os espaços da mídia pública, comunitária, criar jornais populares, retomar núcleos de bairro, comitês de fábrica e enriquecer o funcionamento dos assentamentos de terra.

Todo apoio ao Ato do dia 16 pela defesa da democracia, contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, pela condenação de Eduardo Cunha assegurando que o governo cumpra seu mandato até 2018, aprofundando sua política voltada para o desenvolvimento do país, a retomada do crescimento econômico, o pleno emprego, contra a privatização da Petrobrás, pela soberania nacional, contra as manobras do FMI e pela garantia de todas as conquistas sociais alcançadas nos governos do PT.

15 de dezembro de 2015


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