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Mobilizações já contra o impeachment e o golpe!
05 de dezembro de 2015 Notícias
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Não vai ter golpe ! Notícias recentes de várias mobilizações de movimentos sociais, CUT, sindicatos, estudantes, MST, MAB, clero progressita, intelectuais, artistas e até empresários numa ampla FRENTE ÚNICA contra o "impeachment"da presidenta Dilma Rousseff e em defesa da legalidade constitucional.
 

Agenda de algumas das tantas mobilizações que estão florescendo em todo o país.

 

04/12/2015

CUT convoca militância para mobilizações em defesa da democracia.
Reunião no dia 7 em São Paulo e ato dia 8 no Rio fazem parte do
calendário

Escrito por: CUT Nacional

Diante dos ataques inescrupulosos contra a democracia que nosso País
vem sofrendo, a Central Única dos Trabalhadores, com a unidade da
classe trabalhadora e dos movimentos sociais, estará nas ruas de todo
o Brasil em defesa do mandato democrático-popular legitimamente eleito
pela população brasileira.



Por isso, a CUT convoca toda sua militância, suas Estaduais, Ramos,
entidades orgânicas e filiadas e toda a sua base sindical para
avermelhar o país, de Norte a Sul, em defesa da democracia e de
qualquer ameaça contra a liberdade do povo brasileiro.



Esta é a prioridade da CUT nesse momento. A Central orienta que é
preciso intensificar a atuação dos comitês estaduais de mobilização
sindical e social em conjunto com a Frente Brasil Popular e a Frente
Povo Sem Medo, bem como criar comitês onde ainda não existiem; atingir
os locais de trabalho e de moradia, os espaços públicos, no campo e na
cidade com a realização de reuniões de base, plenárias, ações de
massa, audiências públicas e outras iniciativas de mobilização e
organização popular.



A Executiva Nacional da CUT, em reunião extraordinária nesta
quinta-feira (3), emitiu uma Nota Oficial sobre o pedido de
impeachment contra a presidenta Dilma e reitera a importância da
participação CUTista nas ações em defesa da democracia e contra o
golpe, como as mobilizações confirmadas abaixo:



Brasília/DF

04/12 (sexta-feira) às 16h30 – Concentração no Plano Piloto.



Este será o primeiro ato de massa da CUT e Movimentos Sociais após o
anúncio da aceitação do processo de impeachment, pelo Presidente da
Câmara, Eduardo Cunha no mesmo dia (2/12) em que foi aberta a
investigação contra ele na Câmara dos Deputados.



São Paulo/SP

7/12 - Reunião com Centrais Sindicais e movimentos sociais no
Sindicato dos Engenheiros (São Paulo) a partir das 11 horas.



Rio de Janeiro/RJ

8/12 - Ato em Defesa da Democracia e do Desenvolvimento - no Rio de Janeiro.

16h  -  Concentração em frente à Igreja da Candelária

17h  -  Caminhada até a Sede da Petrobrás

18h - Caminhada até a Cinelândia, onde será realizado o Ato Político.



Também estão previstos atos nas cidades:

Salvador/BA

Dia 7/12 – local a confirmar



Belém/PA

Dia 9/12 – local a confirmar



Porto Alegre/RS

Dia 11/12 – local a confirmar



 Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, o Brasil está “paralisado
pela intolerância”. “Há uma crise política criada por aqueles que não
aceitam o resultado das urnas”, disse. O presidente da Anfavea
(Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Luiz
Moan, por sua vez, atacou: “A questão política está corroendo a
economia brasileira. E a questão política é movida por interesses
corporativos, às vezes interesses individuais”.

Sem citar explicitamente os acontecimentos ocorridos ontem em
Brasília, sindicalistas, empresários e lideranças de organizações da
sociedade civil, reunidos na manhã desta quinta-feira (3) para o
lançamento do “Compromisso pelo Desenvolvimento”, atacaram o
prolongamento da crise política, que estaria alimentando continuamente
a crise econômica. Aos microfones, os convidados para a mesa de
lançamento não fizeram menção aos nomes de Dilma nem ao de Eduardo
Cunha.

Mesmo assim, a crítica à condução da crise, um dia após a abertura do
processo de impeachment pelo presidente da Câmara, foi clara. Em
entrevista à imprensa, o presidente da Abimaq (Associação Brasileira
da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Carlos Pastoriza, disse que
disputas movidas por “interesses particulares” estão sacrificando o
emprego e o salário e, por extensão, os setores produtivos.

Questionado por jornalistas, o presidente da OAB-SP, Marcos da Costa,
atacou diretamente Cunha: “Se ele estivesse mesmo respondendo ao
clamor das ruas, já teria renunciado”. Quanto ao impeachment, disse
que aguardará a avaliação do conselho federal da entidade antes de se
pronunciar.

Retomar o desenvolvimento

As entidades reunidas para o lançamento do “Compromisso” começaram a
planejar a ação há pelo menos dois meses. O encontro de hoje já estava
organizado e agendado havia 15 dias. O objetivo era divulgar uma lista
de propostas para que a economia brasileira rompa a inércia em que se
encontra, elaboradas em conjunto pelas seis centrais sindicais de
trabalhadores, entidades empresariais e especialistas ligados a
entidades como o Dieese.Plateia do encontro, realizado na capital
paulistaPlateia do encontro, realizado na capital paulista

O recrudescimento da crise política, com os acontecimentos da noite
anterior, acentuou a defesa da unidade dos diferentes setores
produtivos para impedir que 2016 repita a queda do PIB que marcará
2015. (Conheça as propostas do documento e as entidades signatárias
aqui).

“Gente, em 10 dias, nós, com interesses diferentes, sentados a uma
mesa de debate, construímos um documento. Temos de construir, pensando
no Brasil”, argumentou o presidente da associação das montadoras. Moan
afirmou que todos os investimentos das empresas afiliadas previstos
para 2016 serão mantidos. “Nossos investidores sabem que a crise vai
passar, que este é um momento de transição”, completou.

“Nós não podemos dar como perdido 2016”, afirmou o superintendente da
ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), Fernando Pimentel.
“Temos de resgatar nossa confiança. Este momento é um tiro de largada,
não uma fita de chegada”.

Direitos dos trabalhadores

Vagner Freitas, presidente da CUT, fez a fala de encerramento da
cerimônia. Afirmou que as centrais não aceitam nenhuma redução de
direitos trabalhistas. “Pensar no Brasil é pensar nos trabalhadores e
trabalhadoras, na ampliação dos empregos e dos salários.
Desenvolvimento não é acabar com a esperança dos trabalhadores. Creio
numa retomada, numa unidade que nos leve a virar a página”.

Vagner afirmou que nos últimos 12 anos o Brasil viveu um período de
crescimento, o que comprova a viabilidade do País, e lembrou “que os
empresários ganharam muito, alguns mais até do que esperavam”, como a
cobrar o fim do ciclo de reclamações que, segundo ele, encontram campo
fértil na mídia tradicional: “Não precisamos acreditar na tese de
terra arrasada, onde é preciso começar tudo de novo”.

Interesses 'mesquinhos'

Para Pedro Celestino, presidente do Clube de Engenharia, “um país que
tem amplas condições de construir um projeto próprio não pode ser
refém de interesses mesquinhos, particulares”.

Miguel Torres, presidente da Força, advertiu que o desemprego é
“combustível para a crise” e reivindicou mudanças na política
econômica, especialmente na taxa básica de juros, que privilegia a
especulação e trava a produção. “Queremos sinalizar que temos
esperança sim, e a esperança é o desenvolvimento”.

Para o presidente da CTB (Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do
Brasil), Adílson Araújo, o encontro desta quinta é “uma atitude de
maturidade política”. Para Ricardo Patah, há uma tentativa coordenada
de espalhar “medo” nos brasileiros. “Mas os agentes dessa desesperança
não terão força”, concluiu. Para Antonio Neto, da CSB (Central de
Sindicatos Brasileiros), outra medida necessária é a auditoria da
dívida interna, com o objetivo de suspender seu pagamento e direcionar
recursos para políticas de desenvolvimento.

Fonte: CUT



Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil defende respeito às
regras da democracia

4 de Dezembro de 2015
Publicado em NÃO VAI TER GOLPE

DECLARAÇÃO EM DEFESA DA DEMOCRACIA

“A justiça caminhará à nossa frente e os seus passos traçarão um
caminho” (Sl 85.16)

O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), nesse
contexto de tensões e incertezas que paira sobre o mandato da
presidente Dilma Rousseff, une-se às demais organizações da sociedade
civil e reafirma o compromisso e engajamento em favor do respeito às
regras da democracia.

Como já afirmamos em diferentes ocasiões, nossa história democrática
foi conquista com a luta e engajamento de muitos brasileiros e
brasileiras, muitos perderam suas vidas. Ela precisa, portanto ser
diariamente reafirmada. Vemos com muita preocupação que o presidente
da Câmara tenha acolhido um pedido de impeachment com argumentos
frágeis, ambíguos e sem a devida sustentação fática para acusação de
crime de responsabilidade contra a presidente da república.

O momento pelo qual passamos pede serenidade e profunda reflexão.
Vivemos um tempo difícil na economia e na política. Ainda estamos
estarrecidos com o crime ambiental ocorrido em Mariana (MG) e que
afeta também o estado do Espírito Santo. Temos, portanto, razões para
afirmar e conclamar que os e as parlamentares se dediquem para a
defesa dos interesses das pessoas que, nesse momento, sofrem os
impactos dos crimes ambientais, da violência e do desemprego.

Perguntamos quais seriam as consequências para a democracia brasileira
diante de um processo de deposição de um governo eleito
democraticamente em um processo sem a devida fundamentação. Um
impeachment sem legitimidade nos conduziria para situações caóticas.

No calendário cristão, estamos no período de advento. Tempo de
renovação e reafirmação da esperança. Que este tempo contribua para
refletirmos de fato um projeto para o país que leve em consideração
não os interesses materiais e imediatos das elites econômicas e
políticas, mas sim as necessidades das grandes maiorias, especialmente
dos e das trabalhadores e trabalhadoras do campo e das cidades.
Afinal, este é o sentido maior da res publica - atender ao bem comum e
contribuir para melhorar a vida daqueles que mais necessitam do apoio
do Estado na saúde, na segurança, na educação e na proteção social em
momentos de crise econômica.

Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil - CONIC

 

Nota dos Governadores do Nordeste

"Diante da decisão do Presidente da Câmara dos Deputados de abrir processo de impeachment contra a Exma
Presidenta da República, Dilma Roussef, os Governadores do Nordeste manifestam seu repúdio a essa absurda
tentativa de jogar a Nação em tumultos derivados de um indesejado retrocesso institucional. Gerações lutaram
para que tivéssemos plena democracia política, com eleições livres e periódicas, que devem ser respeitadas.
O processo de impeachment, por sua excepcionalidade, depende da caracterização de crime de responsabilidade
tipificado na Constituição, praticado dolosamente pelo Presidente da República. Isso inexiste no atual
momento brasileiro. Na verdade, a decisão de abrir o tal processo de impeachment decorreu de propósitos
puramente pessoais, em claro e evidente desvio de finalidade. Diante desse panorama, os Governadores do
Nordeste anunciam sua posição contrária ao impeachment nos termos apresentados, e estarão mobilizados para
que a serenidade e o bom senso prevaleçam. Em vez de golpismos, o Brasil precisa de união, diálogo e de
decisões capazes de retomar o crescimento econômico, com distribuição de renda."

Robinson Farias (PSD – Rio Grande do Norte)
Flavio Dino (PCdoB – Maranhão)
Ricardo Coutinho (PSB – Paraiba)
Camilo Santana (PT – Ceara)
Rui Costa (PT – Bahia)
Paulo Câmara (PSB – Pernambuco)
Wellington Dias (PT – Piaui)
Jackson Barreto ( PMDB – Sergipe)
Renan Filho (PMDB – Alagoas)


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