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O direito soberano do governo e do povo venezuelano
27 de janeiro de 2012 Comunicação Edições Anteriores
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Viva a nova TV Venezuelana Social (TVES)!

O que a imprensa no Brasil e no mundo ocultou:

a gigantesca manifestação em Caracas no dia 2 de junho em apoio a Chávez

 

 

A medida do governo Hugo Chávez de não renovação, legal e constitucional, da concessão à empresa privada, reacionária e golpista da RCTV para utilização do espectro radioelétrico da nação venezuelana merece o apoio incondicional de todos os brasileiros que respeitam verdadeiramente a democracia e o direito soberano dos povos.

Os grandes grupos econômicos, orquestrados por Bush e CIA, detentores do oligopólio da mídia, alçam a bandeira negra da “falsa democracia”, instigam e conspiram contra a Revolução Bolivariana e a integração latino-americana. Os histéricos senhores da guerra são os mesmos que já antes acionaram seus potentes instrumentos midiáticos privados, para fabricar documentários e falsas notícias e imagens justificando a guerra dos mísseis, espargindo bombas de “democracia” para massacrar o povo da Iugoslávia e do Iraque. E porque nunca o Senado brasileiro tirou uma moção de condenação a tão monstruoso desrespeito à democracia e à legalidade internacional da ONU? Onde estavam estes senadores “democráticos” brasileiros que ousaram tirar uma moção contra Chávez, desrespeitando a soberania da Venezuela?

Como nunca na Venezuela, se está dando o exercício pleno da democracia popular. O presidente Chávez foi eleito e reeleito várias vezes desde 1998 pela imensa maioria do povo. Finalmente “a liberdade de expressão é de todos e de todas” como dizia o slogan de uma gigantesca manifestação popular realizada no dia 2 de junho em Caracas, um longo rio vermelho de pessoas, de mais de 4, 5 kilômetros de trabalhadores, camponeses, estudantes, em apoio à medida presidencial de retirada de concessão à RCTV. Alguém viu esta notícia nos jornais e na TV brasileira? Ocultar isto é um crime de informação. Isso é guerra nas telas de televisão. Não fossem as imagens e o serviço público da Telesur que chegaram aos rincões da América Latina, o breu seria total, como numa guerra nuclear.

O clã mafioso e oligárquico que dominou por 53 anos parte importante do espaço radioelétrico pensou que a concessão era ilimitada. Os limites foram impostos pela lei, pela Constituição e pelo povo. Porque a mídia aqui ocultou esta manifestação de 2 de junho? Que democracia é esta? É o temor dos oligarcas e financeiros no Brasil, amigos do clã da RCTV e do império, que mostram somente as manifestações da minoria burguesa abastada das escolas privadas, manipulada pelos golpistas. Isso sim, é instigação à violência, à desunião dos povos.

O pretendido desentendimento entre o governo Chávez e Lula, por culpa da intromissão do Senado brasileiro nas questões internas da Venezuela, é instigado pela grande mídia burguesa, porta-voz dos opositores aos acordos que estão sendo estabelecidos entre os dois países, com um papel pre-poderante da Venezuela na articulação do Mercosul e da ALBA. Lula bem reafirmou que “Hugo Chávez é um parceiro e não representa um perigo para a América Latina”. Como disse também o presidente Ortega da Nicarágua:  «A Venezuela e o governo do presidente Chávez tem sido fundamentais para o processo de integração da região sul-americana. Quem se mete com a Venezuela, se mete com toda a região».

Os senhores da oligarquia brasileira, Sarney, Antonio Carlos Magalhães, os poderosos ligados à Globo temem que o exemplo da Venezuela se estenda ao Brasil; provocam e intrigam Lula  para que não siga o exemplo da revolução bolivariana. Antes mesmo desta medida com a RCTV, Chávez já desde 2002 regulamentou 195 meios de comunicação comunitários, criou a Lei de Responsabilidade Social na Rádio e Televisão, registrou 10.778 produtores nacionais independentes, deu apoio financeiro do Estado, estimulou a difusão da música e das obras culturais venezuelanas. A nova TVES objetiva continuar estas conquistas; dar espaço para a cara, a voz e a cultura do povo. E isso é só o início. Estes senadores que não se ocupam dos graves problemas sociais do Brasil, e se fazem valentes pela “democracia”, sabem perfeitamente que o governo venezuelano tem sido demasiado paciente e respeitador dos interesses privados e da oligarquia. Estes têm sido detentores de 78% das estações de TV do espaço radio-elétrico. Mas, se não cumprem com as regras constitucionais, e utilizam um bem público para seus interesses privados, instigando a violência e o golpe de estado, correm o risco, que a democracia popular lhes imponha o mesmo fim da RCTV. Agora é a hora da democracia das maiorias e o fim da ditadura das minorias. Neste 2 de junho, o povo venezuelano se declarou em pé de luta, vigilantes e alertas nas fábricas, quarteirões, escolas, estradas e campos, inaugurando o seu PSUV com 5 milhões de inscritos, para assegurar a irreversibilidade das suas conquistas revolucionárias.

Junho de 2007


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