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Plena solidariedade aos companheiros (as) em greve de fome por Lula Livre!
20 de agosto de 2018 Artigos
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Aos companheiros e companheiras grevistas em defesa de Lula Livre

Expressamos nossa solidariedade total, nesta heróica greve de fome em defesa de Lula Livre. O seu exemplo expressa o mais alto sentimento de indignação do povo brasileiro, e decisão de ir até as últimas consequências na conquista da liberdade de Lula, no resgate da soberania do povo brasileiro. Alçamos as vozes junto a vocês, em todos os campos e meios, pela liberdade de Lula, e pelo seu direito democrático de concorrer à presidência da República, exigindo respeito não somente ao direito internacional consagrado no Pacto firmado pelo Brasil com o Comitê dos Direitos Civis e Políticos das Nações Unidas; mas também, pelas normativas da Constituição brasileira, pisoteadas pelo  insólito golpe jurídico-midiático, claramente dirigido pelos EUA,  desde a deposição golpista da ex-presidenta Dilma Rousseff.

É evidente, pela trajetória militante dos nossos conhecidos companheiros grevistas, que a sua fome é de justiça, de resgate das riquezas nacionais, das energias, do petróleo, da distribuição justa das terras, dos satélites, dos aviões, dos salários, dos empregos para os mais e mais excluídos do país. Esta greve de fome, conclama a que os candidatos legisladores das frentes populares coloquem urgentemente no programa eleitoral temas como a reforma agrária, da alimentação saudável a todos, do ensino público intocável, do SUS impecável, da auditoria da dívida interna e externa, da reforma tributária e patrimonial. Temas esses, que tem sido constantemente agitados por vocês.

A interpretação que merece esta greve de fome, é que longe de ser um ato político passivo, é um grito de alerta para o povo e para as lideranças a cumprir de forma acelerada e profunda as lutas populares. É uma chamado extremado para que os dirigentes assumam seus papéis de indivíduos que podem ser decisivos na história, num momento de altos riscos para a democracia e a dignidade do povo brasileiro.  É evidente também que o objetivo é sensibilizar o Judiciário sem justiça, e despertar a opinião pública de que no Brasil se está cometendo um grande crime contra um dos maiores líderes do Brasil, da América Latina e do mundo, ao excluir Lula da Silva  do pleito presidencial em que é inquestionável ganhador.


Unimos à solidariedade, a consciência de que, por outro lado, não se pode esquecer que existe um limite nesta sensibilização. Não se trata apenas de Carmem Lúcia e dos ministros do STF. Trata-se de uma decisão política, de golpe organizado pelo poder financeiro improdutivo mundial, dirigido pelos EUA com patas do novo Plano Condor na Argentina, Equador, Venezuela e em toda América Latina. A esse poder Judiciário parcial e anti-constitucional pouco lhes importam grevistas morrerem de fome ou não. Da mesma forma como estão conspirando para desconhecer os ditames do Direito Internacional da ONU, apesar de muitos riscos políticos para o governo vigente perante o país e o mundo.

Exemplos na história como o golpe a Allende no Chile, demonstraram os limites da legalidade burguesa e que o novo poder financeiro internacional concentrado, em fase de decadência total do capitalismo, não tem escrúpulos em re-colonizar e cometer crimes de lesa humanidade. Portanto, a luta é legítima mas não ao ponto de colocar em risco a vida dos nossos grevistas. Existiram exemplos de greve de fome como foi a luta contra o colonialismo de Gandhi mas num contexto em que havia um grande movimento de massas nacional em torno da greve de Gandhi. E Gandhi se encontrava livre circulando pelo país e no exterior.

Solidariedade aos grevistas, mas sem colocar em risco suas vidas. Não estamos na época de perdermos quadros políticos de tamanho valor. A luta tem que continuar na organização do levante popular, sindical e da conscientização por todas as vias de uma rede comunicacional popular.

Lula Livre e Lula Presidente!
 
Comitê do Jornal Revolução Socialista

19/08/2018


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EDITORIAL:

Apoio incondicional à candidatura Haddad-Manuela e à coligação!
Pela composição mais ampla com todas as forças de esquerda, progressistas, nacionalistas e democráticas e dissidentes do regime ditatorial neoliberal e fascista! É preciso contar com as divergências do inimigo. É preciso emplacar Haddad no primeiro turno.
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