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Povo no Irã comemora nas ruas o 33o aniversário da revolução
26 de junho de 2012 Edições Anteriores
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Há 33 anos, num 11 de fevereiro de 1979, a Revolução Islâmica sacudia as estruturas retrógadas da sociedade do Irã, derrubava a ditadura pró-imperialista do Xá Reza Pahlevi e, sob adireção do Aiatolá Khomeini, com tremendo apoio popular, a ponto da constituição de milícias armadas e com a incorporação de mulheres – com chador e tudo – dava início a um períodode significativas transformações sócio-econômicas e políticas.

 

O progresso do país deve-se fundamentalmente à nacionalização dos setores fundamentais da economia, a começar pelo petróleo (hoje, sob o comando de 100 por cento de técnicosiranianos), medida adotada ainda sob a direção de Aiatolá Khomeini. Com significativa presença do estado na economia, políticas públicas foram consolidadas nestes 33 anos deRevolução levando a nação persa a praticamente ter erradicado o analfabetismo que na época da ditadura do Xá alcançava mais de 90 por cento da população. O salto educacional e cultural do Irã neste período é digno de nota. Com a expansão universitária, a multiplicação de centros científicos, o Irã tem hoje indústria própria nos setores de automobilismo,aeronáutica, armamentos, navegação, ferrovias, tratores, setor petroquímico, farmacêutico.Vale relembrar: 70 por cento dos universitários do país são mulheres, quando na Arábia Sauditaas mulheres são proibidas do voto, de dirigir automóveis e são punidas com a degola. Mas, a mídia imperial silencia sobre os podres do aliado. Desde a Revolução Islâmica, nenhumairaniana foi punida com a pena de apedrejamento, apesar de todo o dilúvio de mentiras que se lança sobre Sakhine, cidadã iraniana condenada pelo assassinato do marido  –  o que é crimeem qualquer parte do mundo   –    mas apresentada ao mundo, cotidianamente, como se tivesse sido condenada ao apedrejamento por adultério.

 

Os dilúvios de mentiras contra o Irã são cortinas de fumaça para que não sejam desnudados os verdadeiros interesses imperialistas na região: fortalecer Israel a qualquer custo, impedir odesenvolvimento econômico e tecnológico de um país do porte do Irã, com 70 milhões de habitantes, e, por fim, rapinar o petróleo persa, tal como se fez na Líbia, mediante sanguináriaocupação da Otan, com o apoio de uma certa esquerda otanista na Europa. No plano da cultura, deve-se refletir acerca das repetidas premiações do talentoso cinema estatal iraniano, como no recente filme, “A separação” (de Farhadi), apesar da hostilidade midiática ocidental e da hegemonia esmagadora de Hollywood. O cinema iraniano pensa o gênero humano,convida a refletir sobre causas nobres, estimula a solidariedade, eleva o pensamento e a inteligência. Grande conquista também da Revolução Islâmica! Isso, sem contar o grande saltocomunicacional com a criação da HispanTV, canal iraniano de TV em espanhol para o mundo. indicando visão estratégica por lá.

 

É isto e muito mais  o que se pretende esconder e destruir por meio de sanções, pela agressão militar do Iraque, quando Sadam esteve fazendo o serviço sujo para os EUA. E é isto o quese pretende demolir também com os sinistros atentados, os assassinatos de renomados cientistas, e com a acusação de que o Irã é um perigo nuclear para a região e o mundo. Ora, o Irãnunca agrediu nenhum país, ao contrário de Israel que agrediu e foi derrotado no Líbano, do próprio Iraque antes, da Arábia Saudita e do Qatar, que participaram da agressão à Líbia.Israel , com 300 ogivas nucleares, não é signatária do Acordo de Não Proliferação Nuclear. Em seu discurso na Assembléia Geral das Nações Unidas, o presidente Mahmud Armadinejad, fez proposta límpida e cristalina, até hoje escondida e sonegada á humanidade pelos meios de desinformação do capital: Energia Nuclear para todos, Armas Nucleares para Ninguém! Acriminosa hipocrisia dos países super-armados, mas que se esforçam para impedir que esta informação circule dá a medida dos planos sinistros que se preparam contra a nação persa, jápostos em marcha, com agressões externas encobertas, contra a Síria.


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