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Presidente constitucional Nicolás Maduro e povo unidos contra o ataque golpista de Capriles Radonski na Venezuela
20 de dezembro de 2013 Politica
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Dilma na posse de Nicolás Maduro (Foto: R. Stuckert)

É dever dos cidadãos honestos do mundo que amam a paz, subentendida como justiça e respeito à dignidade e ao direito humano dos povos, denunciar estas ações inconstitucionais, golpistas e terroristas que estão ocorrendo na Venezuela, instigadas pelo ex-candidato presidencial e perdedor, Capriles Radonski, dirigidas pelos grandes meios de informação (Globovisión, El Nacional, Universal) que têm ramificações  no mundo, e o mesmo patrão de sempre, domiciliado nos EUA, autor de golpes de estado e das recentes guerras de ocupação contra a Líbia e a Síria.

 

Como já dito por alguns jornalistas e comunicadores da verdade, nas redes sociais, contrapondo-se à guerra informática desencadeada pelos “twitteros e hackeadores” agentes da oposição golpista, os atos violentos são todos realizados por bandas mercenárias, de jovens pagados para destruir e matar (mesma estratégia utilizada pela CNT na Líbia), como parte de um plano golpista fascista para impedir o processo democrático e a continuidade da revolução bolivariana, iniciada e deixada em marcha por Hugo Chávez.

 

Tudo indica que este plano golpista, querendo aproveitar-se do desaparecimento físico de Hugo Chávez, já estava em marcha, independentemente do resultado eleitoral. Isso para não dizer, o que somente as próximas investigações científicas esclarecerão, que a natureza suspeitosa do seu câncer foi já o início de um golpe contra o processo revolucionário.  A diferença de 1,8% estimulou a ação da direita que demonstrou sua inconstitucionalidade, o desrespeito à legalidade, desconhecendo a vitória de Nicolás Maduro, instigando “a fúria popular”, com a cumplicidade do canal privado de TV, Globovisión, e os grandes meios da oposição, desencadeando ações de violência,  “não espontâneas”, mas concatenadas no dia 15 de abril, em todo o país, por um ataque previamente planificado, onde o primeiro tiro seria desencadeado por ditos meios de informação, incluindo as redes sociais fascistas.

 

Tudo indica que este plano golpista, querendo aproveitar-se do desaparecimento físico de Hugo Chávez, já estava em marcha, independentemente do resultado eleitoral. Isso para não dizer, o que somente as próximas investigações científicas esclarecerão, que a natureza suspeitosa do seu câncer foi já o início de um golpe contra o processo revolucionário.  A diferença de 1,8% estimulou a ação da direita que demonstrou sua inconstitucionalidade, o desrespeito à legalidade, desconhecendo a vitória de Nicolás Maduro, instigando “a fúria popular”, com a cumplicidade do canal privado de TV, Globovisión, e os grandes meios da oposição, desencadeando ações de violência,  “não espontâneas”, mas concatenadas no dia 15 de abril, em todo o país, por um ataque previamente planificado, onde o primeiro tiro seria desencadeado por ditos meios de informação, incluindo as redes sociais fascistas.

 

É imoral chamar de manifestações democráticas ou rebelião popular, a ataques violentos e destrutivos contra instituições, centrais elétricas, de postos de saúde, hospitais (acabam de sabotar o sistema de ar condicionado e quirófanos do centro cirúrgico do Hospital JM de los Rios), mercados populares de abastecimento (Mercal, PDVAL e Mercado Bicentenário), rádios comunitárias, sedes de partido e reunião do povo (sedes do PSUV queimadas em Barinas, Anzoátegui e outro estados), Centros de Saúde (15 “Centros de Diagnóstico Integrais”, construídos por Hugo Chávez e este governo, com a ajuda dos médicos cubanos, oferecendo assistência gratuita à população dos bairros humildes, foram incendiados, ameaçando a vida do pessoal médico). Não são simples ações vandálicas: são ataques terroristas, com objetivo político claro, características do nazi-fascismo, mirados a opor-se ao curso socialista da Venezuela. Pichações como “Morte ao chavista” apareceram nas ruas. Assassinaram a dois dirigentes trabalhadores, militantes, moradores da zona de urbanização, construída por H. Chávez a famílias de vítimas das chuvas, em Limonera (Antímano) no estado Miranda, governado por Capriles. Atacaram residências de governadores do PSUV ameaçando familiares e crianças, da presidente do CNE (Conselho Nacional Eleitoral), Tibisay Lucena. Está gravado e filmado o chamado de Capriles a não reconhecer o CNE, instigando ataques a várias sedes regionais do CNE, e à manifestação diante da sede nacional, ontem, dia 17 de abril, cancelada, mediante a posição firme do governo nacional de proibi-la, de fechar seu acesso a Caracas, para impedir a continuidade do plano golpista, onde os opositores, utilizam seus manifestantes, criam auto-atentados, franco-atiradores, para acusá-los de chavistas e justificar um enfrentamento violento, povo contra povo, derramamento de sangue, guerra civil e uma posterior intervenção externa, nos mesmos moldes de Carmona no golpe de abril de 2002. O presidente alertou sobre casos de policiais (de direita) fornecendo camisetas vermelhas a provocadores de direita. A mão dura para evitar derramamento de sangue não é um ato ditatorial, mas um ato para assegurar o respeito à democracia, às instituições constitucionalmente reconhecidas como o CNE, e sobretudo, é um ato de defesa da paz e da tranquilidade social.

Evidentemente, não há nenhum interesse à paz por parte desta oposição que não se sente sequer estimulada a aproveitar o espaço democrático que lhe deu um significativo 48,9%. Porque será que é mais importante partir para a violência por ter perdido por 1,8%, do que apoiar-se na votação a seu favor para ganhar apoio no debate das medidas econômico-sociais que favoreçam à oligarquia e aos banqueiros que eles representam? Porque eles sabem que,  apesar de haver conseguido enrolar um eleitorado indeciso, usando o nome de Bolívar (cuja foto haviam retirado das paredes de Miraflores no golpe de 2002), tocando a música revolucionária de Ali Primeira nos seus comícios, prometendo aumento do salário mínimo, ou registro de nacionalidade a médicos cubanos (quando agora os ameaçam de morte), prometendo continuar projetos sociais criados pelo governo chavista, elogiando Lula, hipocritamente, iria ter que mostrar a sua mesma cara verdadeira, desde o golpe de 2002.  Manter essa farsa por mais de um dia após as eleições foi impossível. Mesmo porque os 7,5 milhões de votos chavistas conscientes e decididos a avançar ao socialismo, a maioria parlamentar do Polo Patriótico e do PSUV, os 20 dos 23 governos do PSUV nos estados, não lhes permitiriam qualquer retrocesso, reprivatização da PDVSA e políticas neoliberais, como é o projeto real da frente eleitoral opositora (MUD) que o apoia. Para tentar impor isso, só com o fascismo, que é o que ameaçam implantar com o terrorismo que desencadearam desde 15 de abril. Seguramente, boa parte do eleitorado de Capriles, se hoje fosse convocado às urnas, votariam em Maduro.

 

John Kerry e o governo norte-americano, apoia a acusação de “fraude” de Capriles, desrespeitando a soberania da Venezuela, quando os EUA tem a mesma infalível máquina Smartmatic, faz 0% da auditoria, jamais revisaram as urnas que levaram Bush a vencer por 0,4% contra Gore. Nesta última eleição, antes de anunciar o resultado eleitoral, o CNE da Venezuela auditou 54% das urnas. A nenhum país, nem México quando Felipe Calderón venceu por 0,5%, Chile quando Piñeda venceu por 2% dos votos, se pediu auditoria. Não existe nenhuma razão para o não reconhecimento de Capriles da sua derrota eleitoral, senão o golpismo.  

 

A Fiscal Geral da República, Luisa Ortega, explicou pela VTV que se Carriles respeitasse o jogo democrático, deveria formalizar a auditoria das urnas, mediante instrumentos legais permitidos pela constituição, e qualquer denuncia de fraude, iniciar com elementos de prova. Mas, não o fez. Optou por partir para a violência, ameaçar de morte a presidente do CNE, atacar sedes do CNE, matar 8 trabalhadores humildes, ferir 63, gerando 170 prisões (estas, todas de  autores de delitos flagrados da oposição). O líder do “Comando de Campanha Hugo Chávez” desmascarou ontem em coletiva de imprensa, o furo da acusação de Capriles. Sabe-se que em toda seção eleitoral há uma ata com o número total de votos válidos que uma vez impressa, a máquina processa os mesmos dados no seu interior.  O ex-candidato opositor, reclamou que em uma sessão com 1066 votantes imprimiu-se uma ata de 712 votos válidos para 536 eleitores, que havia mais votos que eleitores, e que havia uma fraude. Essa ata correspondia a 2 mesas que compunham a seção. Ele não viu que esse era o total de 2 mesas (com 536 e 530 respectivamente). Aliás, diga-se de passagem que aí ele mesmo venceu. Portanto, se houve fraude, o infrator foi o próprio. A fabricação de falsas acusações da oposição e notícias estão sendo desmontadas com uma forte atuação de todos os quadros, ministros, dirigentes populares sustentadores de Maduro, que via VTV, uma TV estatal de comunicação, tem se dirigido ao povo desmontando a mentira midiática para rebater o golpe. Uma delas é a fabricada pelo jornal chamado Novo País (provavelmente ligado a El País da Espanha): uma foto de 2012 quando se queimaram urnas velhas de eleições anteriores para liberar os depósitos do CNE, como se fossem urnas destas eleições. São notícias falsas e criminosas que deverão compor o quadro das investigações e penalidades judiciais, a que Capriles terá que responder.

 

O povo trabalhador mobilizado e a unidade das F. Armadas contra o golpe

 

A televisão do estado, VTV, os jornais populares, Correio de Orinoco e Ciudad Caracas, a Rádio Nacional, as rádios comunitárias, o SBCI (Sistema Bolivariano de Comunicação e Informação), a Telesul, são conquistas da revolução bolivariana, e tem sido uma arma fundamental de resistência ao golpe.  Por isso, tem sido alvos de ataques e ameaças dos chamados “motorizados” que são terroristas que usam bombas molotov, explosivos que estilhaçam pregos e fragmentos de perfuração para ferir e intimidar manifestantes defensores de Maduro e das instituições públicas. Não obstante, a surpreendente coragem e consciência dos trabalhadores, ocupando as entradas de locais, das portas aos telhados, como nos vários centros de PDVSA, ameaçados pelos terroristas opositores no país. Magníficas intervenções de operários e técnicos ganhos pela revolução, que garantem que “eles não passarão”, que PDVSA jamais será reprivatizada, nunca mais permitirão um “paro petroleiro. A comoção popular diante do assassinato de 8 trabalhadores, entre eles algumas mulheres, aos quais Maduro declarou mártires e heróis da pátria. Desde a morte de Hugo Chávez, o povo venezuelano amadureceu décadas e está escrevendo uma história revolucionária das mais profundas deste século. Os conselhos comunais, o PSUV, todos os partidos do Polo Patriótico se mobilizam. Formou-se uma Frente Popular pela Defesa da Revolução e pela Paz baseados em Comandos pela defesa da revolução em cada território e localidades do país.   Sem esse povo mobilizado e a direção política atual, jovem, forjada por Hugo Chávez, as Forças Armadas não teriam tido a união e a segurança para manter esta unidade cívico-militar que tem criado dificuldades para que um golpe de direita, de um setor minoritário (mas ainda existente e já detectado, segundo o governo, contra os quais já se estão tomando providências constitucionais) se deflagrasse no bojo de todas as provocações. De toda forma, as tentativas golpistas continuam, e Maduro, chama o povo a estar mobilizado, defendendo os postos de trabalho, escolas, instituições, ruas e suas moradias, e atento a não cair em provocações.

 

A revisão e autocrítica de possíveis erros táticos ou de insuficiência estarão na ordem do dia, mas após a superação do enorme esforço político e social que significa enfrentar agora de forma emergencial e unitária o principal inimigo que é a ameaça contrarrevolucionaria. Podemos tentar alguma interpretação aproximativa do resultado eleitoral. O não alcance dos mesmos níveis eleitorais entre esta eleição de 14 de abril e de 7 de outubro, é que Chávez não é Maduro, como este mesmo disse. A morte do comandante, ao mesmo tempo que cria um impulso, comoção de compromisso, cria uma inevitável insegurança em alguns extratos chavistas que não são ainda a ala consciente e militante, que se expressou nos 7,5 milhões de votos pelo socialismo. Estes são os mesmos votos ao militar revolucionário que migram para o leal e bravo presidente operário. Em 10 dias de campanha, no prosseguir do luto por Chávez, Maduro se lançou competindo com Capriles, possuído de uma maquinaria informativa burguesa experta de 3 campanhas anteriores, enganando o eleitorado com pontos programáticos roubados do governo chavista contra o qual sempre lutou. Não é verdade que houvesse falha na agitação de programa por parte do comando de campanha de Maduro. O seu programa era o do “Plano da Pátria”, com inumeráveis metas econômico sociais e avanços em todas as chamadas “missiones” no plano habitacional, da saúde, da educação, da agro-indústria, etc… de 2013 a 2019, o mesmo Programa que 5 meses antes defendeu Hugo Chávez, e ao qual Maduro agregou o projeto de desarmamento nas favelas e o combate à máfia do dólar paralelo. A fofoca da grande mídia sobre eventual revisão crítica emitida por Diosdado Cabello, não consegue romper a grande unidade que existe entre Maduro-Diosdado, e entre todos os jovens ministros do governo, nem a unidade cívico militar.

 

É preciso considerar que Capriles se dedicou a ataques pessoais contra Maduro, e o que é pior, a organizar ações de sabotagem no sistema elétrico (promovendo apagões), de desabastecimento nos super-mercados de alimentos, estimulando o descontento de algumas camadas da classe média contra o governo, que se expressou na votação eleitoral, bem como na abstenção de 20%.  Em 2002, a oposição apoiada em tecnocratas burgueses da ex-PDVSA organizou o chamado “paro petroleiro” para levar o país ao caos energético e descontento popular (o que fracassou). Agora, instigam o “paro elétrico” e a sabotagem no interior da Corpoele (Companhia estatal de fornecimento de energia elétrica).  A Frente Unida dos trabalhadores socialistas, junto à Guarda Nacional estão alertas.

 

Nestes dias, enquanto a direita conspira para destruir, queimar casas populares e matar habitantes das novas urbanizações, o Ministro das Habitações entrega centenas de apartamentos aos beneficiários pobres da chamada “Gran Misión Viviendas” que completou a meta dos 376.00 apartamentos já construídos, dos 2 milhões até 2019. Em plena guerra informática criou-se o novo Canal Consciência. Onde está a ditadura, a repressão, o militarismo difundido pela grande mídia? Isso sim, a grande mídia privada, com 70% de poder, e golpista, é um nó vital na garganta da revolução bolivariana, que deverá ser solucionado, cortando a sua impunidade de apontar armas contra o povo, impondo a constituição, ou novas leis, seguindo exemplos como a de Cristina Kirchner na Argentina.

 

Hoje, dezenove de abril, o presidente constitucional tomou posse apoiado por gigantesca mobilização popular

 

Condecorado na Assembléia Nacional, apoiado por milhares de manifestantes que apinharam as ruas de Caracas, com a participação de 61 delegações de governo de todo o mundo, 19 chefes de Estado, incluindo Raul Castro, Dilma Roussef, Cristina Kirchner, Ahmadinejad, Evo Morales, Ortega e Mujica, o presidente eleito reiterou ser o primeiro presidente chavista e operário da Venezuela, continuando a revolução militar, disposto a fazer uma revolução na revolução, aumentar a eficiência, contra a paralisia e o burocratismo, para avançar ao socialismo, sem deixar de fazer chamados ao diálogo à oposição, e aos setores empresariais. Decretou o Sistema Elétrico Nacional, área de segurança nacional para evitar sabotagens, e defendê-lo da mesma forma que PDVSA. Reiterou que as Forças Armadas estão unidas em torno do projeto socialista, e clamou por aprofundar o poder dos órgãos de poder popular. Tudo encerrou com um significativo desfile cívico-militar, realizado em homenagem a Hugo Chávez e em reconhecimento a Maduro como comandante-chefe das FA, com a participação massiva de várias missões bolivarianas, militares das 5 Armas das FA, milicianos, tanques e armamentos, incluindo os soviéticos e chineses. Sem dúvida que esta união das FA, com alta consciência “anti-imperialista, socialista e chavista”, como declararam é um grande legado de Hugo Chávez, e um elemento fundamental que tem impedido a direita de concluir um golpe.

 

A Venezuela continua sendo um centro receptor e emissor de forças internacionais

 

O mundo vota por Maduro. A vinda da enorme delegação dos governantes do mundo na posse presidencial, é um reconhecimento ao processo democrático e revolucionário na Venezuela e à função impulsionadora do governo eleito para continuar a construção de Unasul, Alba, Celac, Mercosul na linha da integração dos povos e governos, da soberania, do basta aos ditames do FMI, do Banco Mundial e dos monopólios do capitalismo internacional. A Unasul, reunida ontem em Lima, decidiu formar uma comissão de investigação sobre a violência cometida contra o processo democrático na Venezuela. A Celac enviou moção de pesar pelas vítimas de 15 de abril.  

 

O petróleo venezuelano não é a única razão para o golpe imperialista, mas a urgência de destruir o exemplo contagiante da revolução bolivariana no mundo cuja união com Cuba fortalece a perspectiva socialista na América Latina.  Querem terminar de matar a Hugo Chávez, à sua obra, aos seus filhos, aos seus dirigentes, ao seu povo, mas Chávez vive no mundo. Esperemos que a comunidade internacional não falhe, como na guerra contra a Líbia de Khadafi assolada pela Otan. A humanidade segue em um momento preocupante, de ameaça à paz mundial, de golpes, de auto-atentados provocados pela Cia, como foi o 11 de setembro de 2001 em Nova York, e talvez este 15 de abril em Boston possa ter uma conotação semelhante para justificar mais invasões ou repressões ao próprio povo norte-americano “indignado”.

 

Para alento e otimismo dos povos do mundo que lutam pela paz e pelo socialismo, um fator determinante que pode paralisar o golpe, pelo momento, é o enorme apoio internacional recebido por Hugo Chávez no seu funeral e agora o novo presidente Nicolás Maduro. Além dos países da Alba, Unasur, Rússia e China, Índia, Irã, o Movimento dos Países Não Alinhados, composto por 121 países da ONU, declaram apoio à eleição de Maduro. Além disso, de ontem para hoje, Caracas acolheu 50 países do “Comitê de Defesa do direitos do povo Palestino” numa reunião da qual participaram países da União Sul Africana, da Liga Árabe e dos Países Islâmicos.  E a Venezuela continuará sendo este grande articulador mundial. Em breve, sediará a próxima Cúpula dos Países não Alinhados. É hora de reforçar a solidariedade com o povo e governo Venezuelano, Síria, Irã, Coréia do Norte e ampliar a Frente Única anti-imperialista mundial.  É muito importante que os movimentos sociais, os sindicatos, as TVs comunitárias, o PT, o PDT, o PSB e todos os partidos progresssitas,  o governo brasileiro sigam na linha de apoio a Nicolás Maduro, como tem feito João Pedro Stedile e o MST, a posição firme de Dilma e o recente pronunciamento de Lula de não aceitar a ingerência dos EUA nos problemas internos da Venezuela.

 

Edições Ciência Cultura e Política

19/04/2013


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