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Solidariedade com o povo argentino!
17 de dezembro de 2017 Artigos
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Crédito: Jorge Larrauri

Solidariedade com os heróicos velhos aposentados e o povo argentino, brutalmente reprimidos pelo macrismo na massiva mobilização no centro de Buenos Aires e nas cercanias do Congresso argentino.

Foram mais de 9 horas de repressão assassina com gases, balas de borracha, gás pimenta e muitas prisões violentas, agressões das forças de segurança: gendarmeria, polícia federal, etc... sobretudo  dirigida aos jovens, mulheres, aposentados ou futuros aposentados, trabalhadores organizados com seus sindicatos de variadas correntes. Violência contra deputadas e deputados, contra trabalhadores da imprensa, numa gigantesca operação para impor a política dos grandes centros financeiros internacionais, do imperialismo, do capitalismo mundial. Isso é o que as forças repressivas dos EUA de Israel vem armando e preparando para deter o processo de avanços sociais como na Venezuela, Cuba e Bolívia. Buscam destruir as estruturas de integração regional social como Unasur, Celac, Alba. As gigantes mobilizações do dia 13 e 14 de dezembro são um grande êxito das massas argentinas que paralizaram o Congresso diante das esquadras fascistas de Macri. A Frente Única do povo e dos sindicatos foi a grande protagonista.

A repressão ocorrida na Argentina é a continuidade dos assassinatos de Santiago Maldonado e de Nahuel, da repressão brutal contra os Mapuches, centrada na política  “neoliberal”do capitalismo que despoja de suas terras os povos originários, em benefício dos grandes capitalistas internacionais como os Benetton, os Lewis, Tinelli, etc... Trata-se da mesma política levada por Trump e os sionistas de Israel contra os Palestinos, contra a Síria bombardeada ontem pelos ianques, causando 25 mortos. É a política do saqueio da previdência social, dos fundos de pensão dos aposentados, da imposição da “reforma trabalhista”, do rebaixamento do “subsídio-familia”, varrendo os direitos conquistados pelos trabalhadores da Argentino, como em todo o mundo capitalista atual. Esse é o único programa que o capitalismo internacional tem a oferece; razão pela qual Trump prepara aceleradamente a guerra atômica para enfrentar a consciência social dos povos e esta Frente Única mundial centralizada na Rússia (evidenciada na Síria), China, Irã, Líbano, Venezuela, Cuba, Coréia do Norte, com os povos na luta da Palestina, Iraque, Europa, África, Ásia e América Latina.

As lições da Argentina são muito profundas. Devem ser discutidas para abrir-se um processo de integração continental dos sindicatos, dos movimentos sociais que concretize a solidariedade com os povos latino-americanos na luta pela soberania, a auto-determinação, a defesa dos recursos naturais em base à estatização dos mesmos, a planificação das economias, da saúde, da educação, do monopólio estatal do comércio interior e exterior em função das necessidades da população continental. Para isso, é fundamental a participação ativa das massas nas Assembleias Constituintes participativas que deem poder aos povos, com o protagonismo dos trabalhadores fabris, do campo, dos bairros mais carentes, onde tenham voz e poder de decisão os em voz, aliados a todos os setores interessados no progresso social, econômico e dos organismos comunitários que junto aos sindicatos decidam novas Constituições onde a população intervenha e decida seu destino rumo à justiça social e a vigência plena dos direitos humanos.

Saudamos o triunfo do povo chavista na República Bolivariana da Venezuela, nas eleições para vereadores e para o governo do estado Zulia, reafirmando a revolução permanente continental!.

O processo do capitalismo é de decomposição e concentração dos tres poderes republicanos (falsamente independentes) como a humanidade tem vivido ao longo da história, com as duas caras da democracia da democracia burguesa, “democrática, legalista” até que as massas explodem com sua consciência de que a sua luta deve ser pelos seus direitos, pela justiça social,  pelo poder operário, camponês e popular. É imprescindível o chamado a todos os jovens soldados e oficiais a romper com o passado assassino e somar-ser ao campo da inteligência e da dignidade humana. Perón-Evita foram seus país históricos. Chávez, seu último dirigente mundial pelo socialismo.  

Solidariedade Continental e mundial com a heróica luta das masas argentinas!

Solidariedade com o povo palestino!

Liberdade aos presos políticos argentinos e palestinos do Hamas!

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“O socialismo é uma necessidade da organização da vida.”

“O capitalismo é a morte. O socialismo é a vida!” (J. Posadas)

voz posadista    -    uRUGUAI   -  14.12.2017  - www.vozposadista.uruguay@gmail.com

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